Trabalho e Salários

Desossador: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de desossador no Brasil foi de R$ 2.490 por mês, e a média R$ 2.515,26. O cálculo usa 4.153 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 8485-15.

Salário mediano

R$ 2.490

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.515,26

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.990–R$ 2.910

metade das contratações

Amostra

4.153

contratações no período

Como o salário de desossador se distribui

Distribuição do salário de admissão de desossador: metade das contratações entre R$ 1.990 e R$ 2.910, mediana de R$ 2.490A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.990) ao terceiro quartil (R$ 2.910). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.490. O ponto escuro é a média, de R$ 2.515,26. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milR$ 4 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2,5 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 4.153 admissões de desossador em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 44,1 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 353. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 4.216 admissões e 5.726 desligamentos, saldo de -1.510 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 805 admissões e mediana de R$ 2.775.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como desossador. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no meio da tabela.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 5 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um desossador por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.775R$ 2.756,90805
Mato Grosso (MT)R$ 2.775R$ 2.826,22515
Minas gerais (MG)R$ 2.125R$ 2.279,20506
Goiás (GO)R$ 2.175R$ 2.253,21338
Paraná (PR)R$ 2.325R$ 2.515,12333
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 2.675R$ 2.582,99333
Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.975R$ 2.131,74302
Pará (PA)R$ 2.925R$ 2.715,82204
Santa Catarina (SC)R$ 3.025R$ 3.155,98161
Rondônia (RO)R$ 2.525R$ 2.493,22134
Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.175R$ 2.313,46110
Espírito Santo (ES)—R$ 2.529,1591
Pernambuco (PE)—R$ 1.887,7260
Bahia (BA)—R$ 1.909,6543
Tocantins (TO)—R$ 2.466,7133
Ceará (CE)—R$ 1.973,6730
Mediana do salário de admissão de desossador por estado, de R$ 3.025 em Santa Catarina (SC) a R$ 1.975 em Rio Grande do Sul (RS)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de desossador no período, da maior para a menor.Santa Catarina (SC)R$ 3.025Pará (PA)R$ 2.925São Paulo (SP)R$ 2.775Mato Grosso (MT)R$ 2.775Mato Grosso do Sul (MS)R$ 2.675Rondônia (RO)R$ 2.525Paraná (PR)R$ 2.325Goiás (GO)R$ 2.175Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.175Minas gerais (MG)R$ 2.125Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.975
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como desossador no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
AnalfabetoR$ 2.728,07370,9%
Até 5ª IncompletoR$ 2.520,311343,2%
5ª Completo FundamentalR$ 2.487,711032,5%
6ª a 9ª FundamentalR$ 2.453,3148111,6%
Fundamental CompletoR$ 2.624,383969,6%
Médio IncompletoR$ 2.638,4059614,4%
Médio CompletoR$ 2.472,582.34456,7%
Superior IncompletoR$ 2.672,08411,0%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 2.339,39845
25 a 29 anosR$ 2.591,24876
30 a 39 anosR$ 2.549,861.290
40 a 49 anosR$ 2.531,37795
50 anos ou maisR$ 2.596,03341

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.585,33 (3.568 admissões) e mulheres com R$ 2.087,92 (585 admissões), uma diferença de 23,8% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 2.897 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 867 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 257 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 39 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 23 contratações.
  • Construção: 20 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
8485-15
Título oficial
Desossador
Família ocupacional
8485 — Família ocupacional 8485

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para desossador

A CBO registra estes sinônimos para o código 8485-15. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Açougueiro desossador
  • Auxiliar de desossador
  • Cabeceiro em matadouro
  • Desnucador em matadouro
  • Desorelhador em matadouro
  • Desqueixador em matadouro
  • Dessebador em matadouro e açougues
  • Escarnador em matadouro e açougue
  • Fateiro em matadouro
  • Operador de máquina de escarnar

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um desossador?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.490 por mês e a média R$ 2.515,26. Metade das 4.153 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.990 e R$ 2.910. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de desossador?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 8485-15, dentro da família ocupacional 8485 — Família ocupacional 8485.
Em qual estado desossador ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 3.025 (161 contratações no período).
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de desossador

Quanto um desossador ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 2.490 paga a quem é contratado como desossador fica 28% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 81% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.515,26 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de desossador se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.

O que a faixa de R$ 1.990 a R$ 2.910 significa?

Metade das 4.153 contratações de desossador do período ficou entre R$ 1.990 e R$ 2.910. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.990 e um quarto, mais de R$ 2.910. A distância entre as duas pontas é de R$ 920 por mês, ou R$ 11.040 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,46 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.490, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um desossador.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como desossador?

Entre os 11 estados com amostra suficiente, Santa Catarina pagou a maior mediana de admissão a desossador: R$ 3.025 em 161 contratações. A menor ficou em Rio Grande do Sul, com R$ 1.975 em 302 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 53%, ou R$ 1.050 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 805 das 4.153 admissões de desossador no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 53% vista aqui.

Dá para trabalhar como desossador sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 0,0% das admissões de desossador foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 2.344 das 4.132 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 56,7%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.453,31 com "6ª a 9ª Fundamental" a R$ 2.728,07 com "Analfabeto". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de desossador — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata desossador é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou desossador foi "Indústrias de Transformação", com 2.897 admissões, ou 70,6% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 98,0% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de desossador tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 44,1 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

Por que desossador fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 4.216 admissões e 5.726 desligamentos de desossador, um saldo de -1.510 postos formais. O saldo negativo equivale a 35,8% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 4.216 admissões não querem dizer que existam 4.216 pessoas trabalhando como desossador no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.