Trabalho e Salários

Trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins no Brasil foi de R$ 1.970 por mês, e a média R$ 1.995,47. O cálculo usa 6.829 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 8415-05.

Salário mediano

R$ 1.970

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 1.995,47

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.710–R$ 2.110

metade das contratações

Amostra

6.829

contratações no período

Como o salário de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins se distribui

Distribuição do salário de admissão de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins: metade das contratações entre R$ 1.710 e R$ 2.110, mediana de R$ 1.970A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.710) ao terceiro quartil (R$ 2.110). A linha grossa é a mediana, de R$ 1.970. O ponto escuro é a média, de R$ 1.995,47. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 6.829 admissões de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,6 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 667. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 6.966 admissões e 6.746 desligamentos, saldo de +220 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: Minas gerais, com 2.176 admissões e mediana de R$ 1.825.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de baixo.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 6 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
Minas gerais (MG)R$ 1.825R$ 1.951,592.176
Paraná (PR)R$ 2.025R$ 2.105,55954
Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.075R$ 2.093,02662
Goiás (GO)R$ 1.925R$ 1.965,13609
Santa Catarina (SC)R$ 2.075R$ 2.140,84603
São Paulo (SP)R$ 2.275R$ 2.299,92474
Rondônia (RO)R$ 1.675R$ 1.727,93248
Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.725R$ 1.809,36187
Sergipe (SE)R$ 1.625R$ 1.663,23156
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 1.775R$ 1.804,42156
Pará (PA)R$ 1.775R$ 1.739,04147
Espírito Santo (ES)R$ 1.725R$ 2.074,40102
Mato Grosso (MT)—R$ 2.014,1895
Ceará (CE)—R$ 1.634,3247
Bahia (BA)—R$ 1.721,7847
Tocantins (TO)—R$ 1.730,2741
Alagoas (AL)—R$ 1.679,1338
Pernambuco (PE)—R$ 1.658,0333
Mediana do salário de admissão de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins por estado, de R$ 2.275 em São Paulo (SP) a R$ 1.625 em Sergipe (SE)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins no período, da maior para a menor.São Paulo (SP)R$ 2.275Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.075Santa Catarina (SC)R$ 2.075Paraná (PR)R$ 2.025Goiás (GO)R$ 1.925Minas gerais (MG)R$ 1.825Mato Grosso do Sul (MS)R$ 1.775Pará (PA)R$ 1.775Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.725Espírito Santo (ES)R$ 1.725Rondônia (RO)R$ 1.675Sergipe (SE)R$ 1.625
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
AnalfabetoR$ 2.012,83861,3%
Até 5ª IncompletoR$ 1.968,03921,3%
5ª Completo FundamentalR$ 1.946,17931,4%
6ª a 9ª FundamentalR$ 1.925,054516,6%
Fundamental CompletoR$ 1.978,805458,0%
Médio IncompletoR$ 1.955,9695214,0%
Médio CompletoR$ 1.981,554.32463,4%
Superior IncompletoR$ 2.167,701362,0%
Superior CompletoR$ 2.684,681402,1%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
Até 17 anosR$ 1.794,1061
18 a 24 anosR$ 1.944,072.708
25 a 29 anosR$ 2.013,831.227
30 a 39 anosR$ 2.035,091.613
40 a 49 anosR$ 2.051,66861
50 anos ou maisR$ 2.039,89341

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.004,09 (4.706 admissões) e mulheres com R$ 1.976,35 (2.123 admissões), uma diferença de 1,4% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 6.363 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 185 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 142 contratações.
  • Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 57 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 23 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 22 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
8415-05
Título oficial
Trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins
Família ocupacional
8415 — Trabalhadores na Pasteurização do Leite e na Fabricação de Laticínios e Afins

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins

A CBO registra estes sinônimos para o código 8415-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Operador de desnatadeira (fabricação de laticínios e afins)
  • Operador de máquina de laticínios
  • Operador de pasteurizador
  • Trabalhador da fabricação de laticínio

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins?
Na contratação, a mediana foi de R$ 1.970 por mês e a média R$ 1.995,47. Metade das 6.829 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.710 e R$ 2.110. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 8415-05, dentro da família ocupacional 8415 — Trabalhadores na Pasteurização do Leite e na Fabricação de Laticínios e Afins.
Em qual estado trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 2.275 (474 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins?
Entre as pessoas contratadas no período, 2,1% tinham ensino superior completo ou mais e 63,4% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins

O salário de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 1.970 paga a quem é contratado como trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins fica a 1% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 52% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 1.995,47 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.

Por que quase todo trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins entra ganhando o mesmo valor?

Metade das 6.829 contratações de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins do período ficou entre R$ 1.710 e R$ 2.110. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.710 e um quarto, mais de R$ 2.110. A distância entre as duas pontas é de R$ 400 por mês, ou R$ 4.800 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,23 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins. Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins?

Entre os 12 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins: R$ 2.275 em 474 contratações. A menor ficou em Sergipe, com R$ 1.625 em 156 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 40%, ou R$ 650 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: Minas gerais respondeu por 2.176 das 6.829 admissões de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 40% vista aqui.

Dá para trabalhar como trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 2,1% das admissões de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 4.324 das 6.819 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 63,4%.

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Superior Completo" recebeu em média R$ 2.684,68, contra R$ 1.925,05 de quem entrou com "6ª a 9ª Fundamental" — 39% de diferença. A CBO em si não exige diploma para trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Quem contrata trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins foi "Indústrias de Transformação", com 6.363 admissões, ou 93,7% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 98,5% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,6 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

O mercado de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 6.966 admissões e 6.746 desligamentos de trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins, um saldo de +220 postos formais. O saldo positivo equivale a 3,2% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 3 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 6.966 admissões não querem dizer que existam 6.966 pessoas trabalhando como trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.