Trabalho e Salários

Operador de produção (química, petroquímica e afins): quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de operador de produção (química, petroquímica e afins) no Brasil foi de R$ 2.210 por mês, e a média R$ 2.336,36. O cálculo usa 10.829 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 8131-25.

Salário mediano

R$ 2.210

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.336,36

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 2.010–R$ 2.450

metade das contratações

Amostra

10.829

contratações no período

Como o salário de operador de produção (química, petroquímica e afins) se distribui

Distribuição do salário de admissão de operador de produção (química, petroquímica e afins): metade das contratações entre R$ 2.010 e R$ 2.450, mediana de R$ 2.210A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 2.010) ao terceiro quartil (R$ 2.450). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.210. O ponto escuro é a média, de R$ 2.336,36. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2,2 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 10.829 admissões de operador de produção (química, petroquímica e afins) em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,3 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 484. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 14.048 admissões e 13.951 desligamentos, saldo de +97 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 5.530 admissões e mediana de R$ 2.375.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como operador de produção (química, petroquímica e afins). Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no meio da tabela.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 5 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um operador de produção (química, petroquímica e afins) por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.375R$ 2.430,375.530
Paraná (PR)R$ 2.075R$ 2.141,761.014
Minas gerais (MG)R$ 1.975R$ 2.213,49778
Santa Catarina (SC)R$ 2.225R$ 2.247,89687
Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.125R$ 2.501,56564
Bahia (BA)R$ 1.875R$ 1.987,18532
Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.125R$ 2.363,37498
Goiás (GO)R$ 2.125R$ 2.167,22346
Pará (PA)R$ 2.025R$ 2.013,51180
Pernambuco (PE)R$ 2.175R$ 2.500,48128
Amazonas (AM)R$ 2.025R$ 2.236,43113
Maranhão (MA)—R$ 2.132,7098
Mato Grosso (MT)—R$ 2.900,3687
Espírito Santo (ES)—R$ 2.166,6663
Mato Grosso do Sul (MS)—R$ 2.506,4463
Sergipe (SE)—R$ 1.775,1933
Mediana do salário de admissão de operador de produção (química, petroquímica e afins) por estado, de R$ 2.375 em São Paulo (SP) a R$ 1.875 em Bahia (BA)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de operador de produção (química, petroquímica e afins) no período, da maior para a menor.São Paulo (SP)R$ 2.375Santa Catarina (SC)R$ 2.225Pernambuco (PE)R$ 2.175Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.125Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.125Goiás (GO)R$ 2.125Paraná (PR)R$ 2.075Pará (PA)R$ 2.025Amazonas (AM)R$ 2.025Minas gerais (MG)R$ 1.975Bahia (BA)R$ 1.875
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como operador de produção (química, petroquímica e afins) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
AnalfabetoR$ 2.302,36340,3%
Até 5ª IncompletoR$ 2.252,03640,6%
5ª Completo FundamentalR$ 2.380,82790,7%
6ª a 9ª FundamentalR$ 2.114,822372,2%
Fundamental CompletoR$ 2.215,976476,0%
Médio IncompletoR$ 2.188,005995,5%
Médio CompletoR$ 2.317,128.52278,9%
Superior IncompletoR$ 2.755,332702,5%
Superior CompletoR$ 3.027,213543,3%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 2.210,773.105
25 a 29 anosR$ 2.294,111.948
30 a 39 anosR$ 2.401,863.035
40 a 49 anosR$ 2.461,251.980
50 anos ou maisR$ 2.397,63717

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.404,97 (7.488 admissões) e mulheres com R$ 2.182,59 (3.341 admissões), uma diferença de 10,2% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 6.517 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 3.496 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 350 contratações.
  • Indústrias Extrativas: 161 contratações.
  • Água, Esgoto, Atividades de Gestão de Resíduos e Descontaminação: 63 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 60 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
8131-25
Título oficial
Operador de produção (química, petroquímica e afins)
Família ocupacional
8131 — Operadores de Processos das Indústrias de Transformação de Produtos Químicos,

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para operador de produção (química, petroquímica e afins)

A CBO registra estes sinônimos para o código 8131-25. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Operador de manufaturado (química, petroquímica e afins)
  • Operador de máquina de arame

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um operador de produção (química, petroquímica e afins)?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.210 por mês e a média R$ 2.336,36. Metade das 10.829 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.010 e R$ 2.450. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de operador de produção (química, petroquímica e afins)?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 8131-25, dentro da família ocupacional 8131 — Operadores de Processos das Indústrias de Transformação de Produtos Químicos,.
Em qual estado operador de produção (química, petroquímica e afins) ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Mato Grosso teve o maior salário de admissão: R$ 2.900 (87 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser operador de produção (química, petroquímica e afins)?
Entre as pessoas contratadas no período, 3,3% tinham ensino superior completo ou mais e 78,9% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de operador de produção (química, petroquímica e afins)

O salário de operador de produção (química, petroquímica e afins) está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 2.210 paga a quem é contratado como operador de produção (química, petroquímica e afins) fica a 13% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 71% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.336,36 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.210 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

Por que quase todo operador de produção (química, petroquímica e afins) entra ganhando o mesmo valor?

Metade das 10.829 contratações de operador de produção (química, petroquímica e afins) do período ficou entre R$ 2.010 e R$ 2.450. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.010 e um quarto, mais de R$ 2.450. A distância entre as duas pontas é de R$ 440 por mês, ou R$ 5.280 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,22 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de operador de produção (química, petroquímica e afins). Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.

Onde operador de produção (química, petroquímica e afins) ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 11 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a operador de produção (química, petroquímica e afins): R$ 2.375 em 5.530 contratações. A menor ficou em Bahia, com R$ 1.875 em 532 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 27%, ou R$ 500 por mês.

São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou operador de produção (química, petroquímica e afins) no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 27% vista aqui.

Dá para trabalhar como operador de produção (química, petroquímica e afins) sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 3,3% das admissões de operador de produção (química, petroquímica e afins) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 8.522 das 10.806 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 78,9%.

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Superior Completo" recebeu em média R$ 3.027,21, contra R$ 2.114,82 de quem entrou com "6ª a 9ª Fundamental" — 43% de diferença. A CBO em si não exige diploma para operador de produção (química, petroquímica e afins); o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Quem contrata operador de produção (química, petroquímica e afins) é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou operador de produção (química, petroquímica e afins) foi "Indústrias de Transformação", com 6.517 admissões, ou 61,2% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 97,3% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de operador de produção (química, petroquímica e afins) tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,3 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

O mercado de operador de produção (química, petroquímica e afins) está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 14.048 admissões e 13.951 desligamentos de operador de produção (química, petroquímica e afins), um saldo de +97 postos formais. O saldo positivo equivale a 0,7% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 1 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 14.048 admissões não querem dizer que existam 14.048 pessoas trabalhando como operador de produção (química, petroquímica e afins) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Jornada contratada

As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.

Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.