Trabalho e Salários

Supervisor de produção da indústria alimentícia: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de supervisor de produção da indústria alimentícia no Brasil foi de R$ 3.530 por mês, e a média R$ 4.775,74. O cálculo usa 2.824 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 8401-05.

Salário mediano

R$ 3.530

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 4.775,74

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 2.430–R$ 6.210

metade das contratações

Amostra

2.824

contratações no período

Como o salário de supervisor de produção da indústria alimentícia se distribui

Distribuição do salário de admissão de supervisor de produção da indústria alimentícia: metade das contratações entre R$ 2.430 e R$ 6.210, mediana de R$ 3.530A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 2.430) ao terceiro quartil (R$ 6.210). A linha grossa é a mediana, de R$ 3.530. O ponto escuro é a média, de R$ 4.775,74. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 2 milR$ 4 milR$ 6 milR$ 8 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 3,5 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 2.824 admissões de supervisor de produção da indústria alimentícia em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,9 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 150. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 2.862 admissões e 4.413 desligamentos, saldo de -1.551 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 604 admissões e mediana de R$ 4.425.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como supervisor de produção da indústria alimentícia. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de cima.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 8 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um supervisor de produção da indústria alimentícia por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 4.425R$ 5.536,68604
Minas gerais (MG)R$ 3.225R$ 4.337,48382
Paraná (PR)R$ 4.225R$ 5.294,91285
Santa Catarina (SC)R$ 3.475R$ 4.183,40232
Rio Grande do Sul (RS)R$ 4.275R$ 5.281,20170
Goiás (GO)R$ 4.175R$ 4.955,86169
Mato Grosso (MT)R$ 9.025R$ 8.245,54117
Amazonas (AM)R$ 2.025R$ 2.512,90114
Pernambuco (PE)—R$ 3.830,8191
Mato Grosso do Sul (MS)—R$ 6.747,9388
Ceará (CE)—R$ 2.965,2287
Rio de Janeiro (RJ)—R$ 3.253,9585
Pará (PA)—R$ 4.564,0468
Bahia (BA)—R$ 3.263,6654
Tocantins (TO)—R$ 3.448,2252
Espírito Santo (ES)—R$ 4.772,7651
Mediana do salário de admissão de supervisor de produção da indústria alimentícia por estado, de R$ 9.025 em Mato Grosso (MT) a R$ 2.025 em Amazonas (AM)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de supervisor de produção da indústria alimentícia no período, da maior para a menor.Mato Grosso (MT)R$ 9.025São Paulo (SP)R$ 4.425Rio Grande do Sul (RS)R$ 4.275Paraná (PR)R$ 4.225Goiás (GO)R$ 4.175Santa Catarina (SC)R$ 3.475Minas gerais (MG)R$ 3.225Amazonas (AM)R$ 2.025
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como supervisor de produção da indústria alimentícia no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
6ª a 9ª FundamentalR$ 4.215,16331,2%
Fundamental CompletoR$ 4.297,95682,4%
Médio IncompletoR$ 2.954,76893,2%
Médio CompletoR$ 3.686,291.45652,4%
Superior IncompletoR$ 5.659,061836,6%
Superior CompletoR$ 6.314,3581929,5%
Pós-Graduação completaR$ 7.542,951324,7%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 2.765,05208
25 a 29 anosR$ 4.041,31428
30 a 39 anosR$ 4.887,761.039
40 a 49 anosR$ 5.427,84834
50 anos ou maisR$ 5.100,72305

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 5.308,81 (1.874 admissões) e mulheres com R$ 3.724,18 (950 admissões), uma diferença de 42,5% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 1.689 contratações.
  • Alojamento e Alimentação: 368 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 366 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 153 contratações.
  • Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 132 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 29 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
8401-05
Título oficial
Supervisor de produção da indústria alimentícia
Família ocupacional
8401 — Supervisores da Fabricação de Alimentos, Bebidas e Fumo

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para supervisor de produção da indústria alimentícia

A CBO registra estes sinônimos para o código 8401-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Chefe de fabricação de chocolate
  • Encarregado de moinho
  • Mestre chocolateiro
  • Mestre da indústria de produtos alimentícios
  • Mestre de conservas
  • Mestre de massas alimentícias
  • Mestre padeiro

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um supervisor de produção da indústria alimentícia?
Na contratação, a mediana foi de R$ 3.530 por mês e a média R$ 4.775,74. Metade das 2.824 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.430 e R$ 6.210. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de supervisor de produção da indústria alimentícia?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 8401-05, dentro da família ocupacional 8401 — Supervisores da Fabricação de Alimentos, Bebidas e Fumo.
Em qual estado supervisor de produção da indústria alimentícia ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Mato Grosso teve o maior salário de admissão: R$ 9.025 (117 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser supervisor de produção da indústria alimentícia?
Entre as pessoas contratadas no período, 34,2% tinham ensino superior completo ou mais e 52,4% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de supervisor de produção da indústria alimentícia

Quanto um supervisor de produção da indústria alimentícia ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 3.530 paga a quem é contratado como supervisor de produção da indústria alimentícia fica 81% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950 — uma distância grande. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 95% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 4.775,74 está 35% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de supervisor de produção da indústria alimentícia bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.

Por que o salário de supervisor de produção da indústria alimentícia varia tanto de um contrato para o outro?

Metade das 2.824 contratações de supervisor de produção da indústria alimentícia do período ficou entre R$ 2.430 e R$ 6.210. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.430 e um quarto, mais de R$ 6.210. A distância entre as duas pontas é de R$ 3.780 por mês, ou R$ 45.360 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

O terceiro quartil é 2,6 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de supervisor de produção da indústria alimentícia está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como supervisor de produção da indústria alimentícia?

Entre os 8 estados com amostra suficiente, Mato Grosso pagou a maior mediana de admissão a supervisor de produção da indústria alimentícia: R$ 9.025 em 117 contratações. A menor ficou em Amazonas, com R$ 2.025 em 114 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 346%, ou R$ 7.000 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 604 das 2.824 admissões de supervisor de produção da indústria alimentícia no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 346% vista aqui.

Que escolaridade o mercado exige de um supervisor de produção da indústria alimentícia?

O mercado de supervisor de produção da indústria alimentícia é misto: 34,2% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Médio Completo" (1.456 de 2.780 contratações classificadas).

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Pós-Graduação completa" recebeu em média R$ 7.542,95, contra R$ 2.954,76 de quem entrou com "Médio Incompleto" — 155% de diferença. A CBO em si não exige diploma para supervisor de produção da indústria alimentícia; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Quem contrata supervisor de produção da indústria alimentícia é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou supervisor de produção da indústria alimentícia foi "Indústrias de Transformação", com 1.689 admissões, ou 61,7% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Alojamento e Alimentação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 88,5% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de supervisor de produção da indústria alimentícia tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,9 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

Por que supervisor de produção da indústria alimentícia fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 2.862 admissões e 4.413 desligamentos de supervisor de produção da indústria alimentícia, um saldo de -1.551 postos formais. O saldo negativo equivale a 54,2% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 2.862 admissões não querem dizer que existam 2.862 pessoas trabalhando como supervisor de produção da indústria alimentícia no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

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Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

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Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.