Operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins no Brasil foi de R$ 2.330 por mês, e a média R$ 3.012,68. O cálculo usa 217 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 8110-10.
Salário mediano
R$ 2.330
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 3.012,68
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.130–R$ 2.830
metade das contratações
Amostra
217
contratações no período
Como o salário de operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 42 horas semanais.
- Movimentação no período: 225 admissões e 196 desligamentos, saldo de +29 vagas formais.
- Estado que mais contratou: Rio Grande do Norte, com 43 admissões.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| Rio Grande do Norte (RN) | — | R$ 2.665,63 | 43 |
| Rio de Janeiro (RJ) | — | R$ 4.683,88 | 40 |
| Pará (PA) | — | R$ 2.240,00 | 32 |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 2.347,36 | 39 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.507,74 | 36 |
| 30 a 39 anos | R$ 3.262,03 | 67 |
| 40 a 49 anos | R$ 3.243,66 | 50 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 3.113,13 (172 admissões) e mulheres com R$ 2.628,73 (45 admissões), uma diferença de 18,4% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 90 contratações.
- Indústrias Extrativas: 47 contratações.
- Construção: 29 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 23 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 15 contratações.
- Água, Esgoto, Atividades de Gestão de Resíduos e Descontaminação: 8 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 8110-10
- Título oficial
- Operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins
- Família ocupacional
- 8110 — Operadores Polivalentes de Equipamentos em Indústrias Químicas, Petroquímicas e Afins
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins
A CBO registra estes sinônimos para o código 8110-10. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Operador industrial nas instalações químicas, petroquímicas e afins
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.330 por mês e a média R$ 3.012,68. Metade das 217 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.130 e R$ 2.830. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 8110-10, dentro da família ocupacional 8110 — Operadores Polivalentes de Equipamentos em Indústrias Químicas, Petroquímicas e Afins.
- Em qual estado operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Rio de Janeiro teve o maior salário de admissão: R$ 4.684 (40 contratações no período).
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Operador de processos químicos e petroquímicos · R$ 2.590
- Açougueiro · R$ 2.090
- Operador de máquinas fixas, em geral · R$ 2.310
- Magarefe · R$ 2.070
- Padeiro · R$ 2.110
- Abatedor · R$ 1.890
- Confeiteiro · R$ 2.110
- Operador de produção (química, petroquímica e afins) · R$ 2.210
- Retalhador de carne · R$ 1.990
- Moldador de plástico por injeção · R$ 2.290
- Trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins · R$ 1.970
- Oleiro (fabricação de tijolos) · R$ 1.730
Entendendo o salário de operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins
Quanto um operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 2.330 paga a quem é contratado como operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins fica 19% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 78% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 3.012,68 está 29% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.
O que a faixa de R$ 2.130 a R$ 2.830 significa?
Metade das 217 contratações de operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins do período ficou entre R$ 2.130 e R$ 2.830. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.130 e um quarto, mais de R$ 2.830. A distância entre as duas pontas é de R$ 700 por mês, ou R$ 8.400 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,33 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.330, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins.
Em que setores um operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins foi "Indústrias de Transformação", com 90 admissões, ou 42,5% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Indústrias Extrativas, Construção — chega-se a 78,3% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 42 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.
O mercado de operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins está abrindo vagas?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 225 admissões e 196 desligamentos de operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins, um saldo de +29 postos formais. O saldo positivo equivale a 12,9% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 13 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 225 admissões não querem dizer que existam 225 pessoas trabalhando como operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Com que idade se entra na carreira de operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins?
O CAGED não registra anos de experiência, e a idade de quem é contratado é a aproximação possível. Na faixa de 30 a 39 anos estão 34,9% das admissões de operador de sala de controle de instalações químicas, petroquímicas e afins — é a idade típica de entrada nesta ocupação.
A idade pesa no valor: 30 a 39 anos entrou com média de R$ 3.262,03 e 18 a 24 anos, com R$ 2.347,36 — 39% de diferença. Em ocupações assim, experiência reconhecida vale salário na hora da contratação.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Média
A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.
Jornada contratada
As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.
Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.