Chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) no Brasil foi de R$ 3.010 por mês, e a média R$ 3.402,95. O cálculo usa 2.073 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 3423-05.
Salário mediano
R$ 3.010
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 3.402,95
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.350–R$ 4.010
metade das contratações
Amostra
2.073
contratações no período
Como o salário de chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,7 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 226. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 2.107 admissões e 3.006 desligamentos, saldo de -899 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 741 admissões e mediana de R$ 3.225.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 3.225 | R$ 3.631,81 | 741 |
| Minas gerais (MG) | R$ 3.025 | R$ 3.420,86 | 290 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 2.225 | R$ 2.611,06 | 134 |
| Paraná (PR) | R$ 3.525 | R$ 3.757,20 | 125 |
| Bahia (BA) | R$ 3.025 | R$ 3.281,00 | 105 |
| Goiás (GO) | — | R$ 2.749,67 | 98 |
| Santa Catarina (SC) | — | R$ 3.473,82 | 86 |
| Rio Grande do Sul (RS) | — | R$ 3.628,56 | 66 |
| Espírito Santo (ES) | — | R$ 3.224,24 | 59 |
| Pernambuco (PE) | — | R$ 3.268,76 | 49 |
| Ceará (CE) | — | R$ 2.814,70 | 44 |
| Pará (PA) | — | R$ 3.931,02 | 41 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | — | R$ 2.992,75 | 37 |
| Mato Grosso (MT) | — | R$ 3.964,48 | 37 |
| Distrito Federal (DF) | — | R$ 3.610,15 | 37 |
| Maranhão (MA) | — | R$ 2.941,95 | 31 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.780,82 | 41 | 2,0% |
| Fundamental Completo | R$ 3.089,63 | 74 | 3,6% |
| Médio Incompleto | R$ 2.996,92 | 47 | 2,3% |
| Médio Completo | R$ 3.129,06 | 1.299 | 63,2% |
| Superior Incompleto | R$ 3.363,37 | 147 | 7,2% |
| Superior Completo | R$ 4.208,71 | 399 | 19,4% |
| Pós-Graduação completa | R$ 5.759,99 | 48 | 2,3% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 2.362,39 | 292 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.955,80 | 327 |
| 30 a 39 anos | R$ 3.463,80 | 672 |
| 40 a 49 anos | R$ 3.963,75 | 550 |
| 50 anos ou mais | R$ 3.843,07 | 231 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 3.499,26 (1.688 admissões) e mulheres com R$ 2.980,71 (385 admissões), uma diferença de 17,4% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Transporte, Armazenagem e Correio: 1.143 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 405 contratações.
- Construção: 156 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 105 contratações.
- Indústrias de Transformação: 96 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 39 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 3423-05
- Título oficial
- Chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas)
- Família ocupacional
- 3423 — Técnicos em Transportes Rodoviários
- Grande grupo
- Técnicos de nível médio
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas)
A CBO registra estes sinônimos para o código 3423-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Assistente de tráfego rodoviário
- Chefe de departamento de motoristas
- Chefe de serviço de transporte rodoviário
- Chefe de transporte - no serviço público
- Chefe de transportes - exclusive no serviço público
- Coordenador de tráfego rodoviário
- Encarregado de linha de transporte rodoviário
- Encarregado de tráfego rodoviário
- Gerente de frota (transporte rodoviário)
- Gerente de tráfego rodoviário
- Programador de transporte rodoviário
- Supervisor de tráfego rodoviário
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 3.010 por mês e a média R$ 3.402,95. Metade das 2.073 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.350 e R$ 4.010. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 3423-05, dentro da família ocupacional 3423 — Técnicos em Transportes Rodoviários.
- Em qual estado chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Mato Grosso teve o maior salário de admissão: R$ 3.964 (37 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas)?
- Entre as pessoas contratadas no período, 21,8% tinham ensino superior completo ou mais e 63,2% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Supervisor de carga e descarga · R$ 3.190
- Inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) · R$ 2.370
- Técnico de enfermagem · R$ 2.390
- Assistente de vendas · R$ 2.050
- Auxiliar de desenvolvimento infantil · R$ 1.850
- Técnico em segurança do trabalho · R$ 3.870
- Agente de vendas de serviços · R$ 1.950
- Controlador de entrada e saída · R$ 2.030
- Tecnico de apoio ao usuario de informatica (helpdesk) · R$ 2.210
- Inspetor de qualidade · R$ 2.410
- Inspetor de alunos de escola pública · R$ 1.830
- Tecnólogo em logística de transporte · R$ 2.610
Entendendo o salário de chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas)
Quanto um chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 3.010 paga a quem é contratado como chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) fica 54% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950 — uma distância grande. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 91% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 3.402,95 está 13% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.
Por que o salário de chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) varia tanto de um contrato para o outro?
Metade das 2.073 contratações de chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) do período ficou entre R$ 2.350 e R$ 4.010. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.350 e um quarto, mais de R$ 4.010. A distância entre as duas pontas é de R$ 1.660 por mês, ou R$ 19.920 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
O terceiro quartil é 1,7 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.
Em que estado vale mais a pena trabalhar como chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas)?
Entre os 5 estados com amostra suficiente, Paraná pagou a maior mediana de admissão a chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas): R$ 3.525 em 125 contratações. A menor ficou em Rio de Janeiro, com R$ 2.225 em 134 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 58%, ou R$ 1.300 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 741 das 2.073 admissões de chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 58% vista aqui.
Que escolaridade o mercado exige de um chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas)?
O mercado de chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) é misto: 21,8% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Médio Completo" (1.299 de 2.055 contratações classificadas).
A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Pós-Graduação completa" recebeu em média R$ 5.759,99, contra R$ 2.780,82 de quem entrou com "6ª a 9ª Fundamental" — 107% de diferença. A CBO em si não exige diploma para chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas); o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.
Em que setores um chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) foi "Transporte, Armazenagem e Correio", com 1.143 admissões, ou 58,8% do total classificado. Somando os três primeiros — Transporte, Armazenagem e Correio, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Construção — chega-se a 87,7% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas): a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,7 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
Por que chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 2.107 admissões e 3.006 desligamentos de chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas), um saldo de -899 postos formais. O saldo negativo equivale a 42,7% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 2.107 admissões não querem dizer que existam 2.107 pessoas trabalhando como chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Média
A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.