Trabalho e Salários

Técnico em segurança do trabalho: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de técnico em segurança do trabalho no Brasil foi de R$ 3.870 por mês, e a média R$ 3.983,96. O cálculo usa 38.996 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 3516-05.

Salário mediano

R$ 3.870

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 3.983,96

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 3.010–R$ 4.750

metade das contratações

Amostra

38.996

contratações no período

Como o salário de técnico em segurança do trabalho se distribui

Distribuição do salário de admissão de técnico em segurança do trabalho: metade das contratações entre R$ 3.010 e R$ 4.750, mediana de R$ 3.870A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 3.010) ao terceiro quartil (R$ 4.750). A linha grossa é a mediana, de R$ 3.870. O ponto escuro é a média, de R$ 3.983,96. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 2 milR$ 4 milR$ 6 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 3,9 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 38.996 admissões de técnico em segurança do trabalho em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,6 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 127. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 42.060 admissões e 38.894 desligamentos, saldo de +3.166 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 10.250 admissões e mediana de R$ 4.675.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como técnico em segurança do trabalho. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de cima.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 2 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um técnico em segurança do trabalho por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 4.675R$ 4.651,5410.250
Minas gerais (MG)R$ 3.825R$ 3.854,846.868
Rio de Janeiro (RJ)R$ 3.675R$ 4.068,703.033
Paraná (PR)R$ 3.725R$ 3.946,952.080
Bahia (BA)R$ 3.275R$ 3.384,241.911
Pará (PA)R$ 3.875R$ 3.964,601.589
Rio Grande do Sul (RS)R$ 3.525R$ 3.633,041.543
Santa Catarina (SC)R$ 3.825R$ 3.957,751.538
Espírito Santo (ES)R$ 3.875R$ 3.866,451.505
Goiás (GO)R$ 3.625R$ 3.698,071.464
Pernambuco (PE)R$ 3.025R$ 3.075,101.069
Ceará (CE)R$ 3.225R$ 3.338,37915
Mato Grosso (MT)R$ 3.775R$ 3.918,85852
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 4.175R$ 4.306,47686
Maranhão (MA)R$ 3.175R$ 3.394,05657
Amazonas (AM)R$ 3.425R$ 3.485,79641
Distrito Federal (DF)R$ 3.525R$ 3.659,97468
Rio Grande do Norte (RN)R$ 3.025R$ 3.171,72300
Alagoas (AL)R$ 3.125R$ 3.296,37292
Paraíba (PB)R$ 2.725R$ 2.919,81274
Sergipe (SE)R$ 2.825R$ 2.989,97248
Piauí (PI)R$ 3.025R$ 3.454,30240
Tocantins (TO)R$ 3.575R$ 4.011,11175
Roraima (RR)R$ 2.025R$ 2.325,40165
Rondônia (RO)R$ 3.475R$ 3.560,78130
Amapá (AP)—R$ 3.293,7462
Acre (AC)—R$ 2.490,9937
Mediana do salário de admissão de técnico em segurança do trabalho por estado, de R$ 4.675 em São Paulo (SP) a R$ 3.525 em Rio Grande do Sul (RS)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de técnico em segurança do trabalho no período, da maior para a menor.São Paulo (SP)R$ 4.675Mato Grosso do Sul (MS)R$ 4.175Pará (PA)R$ 3.875Espírito Santo (ES)R$ 3.875Minas gerais (MG)R$ 3.825Santa Catarina (SC)R$ 3.825Mato Grosso (MT)R$ 3.775Paraná (PR)R$ 3.725Rio de Janeiro (RJ)R$ 3.675Goiás (GO)R$ 3.625Tocantins (TO)R$ 3.575Rio Grande do Sul (RS)R$ 3.525
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como técnico em segurança do trabalho no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
AnalfabetoR$ 4.603,38960,2%
5ª Completo FundamentalR$ 4.367,05350,1%
6ª a 9ª FundamentalR$ 3.907,44450,1%
Fundamental CompletoR$ 3.797,202970,8%
Médio IncompletoR$ 3.585,302730,7%
Médio CompletoR$ 3.815,6627.39170,3%
Superior IncompletoR$ 4.091,182.2725,8%
Superior CompletoR$ 4.307,267.54619,4%
MestradoR$ 6.714,50330,1%
Pós-Graduação completaR$ 5.925,229682,5%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 3.046,284.098
25 a 29 anosR$ 3.612,525.553
30 a 39 anosR$ 4.020,1513.638
40 a 49 anosR$ 4.310,8511.567
50 anos ou maisR$ 4.391,724.115

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 4.134,50 (23.246 admissões) e mulheres com R$ 3.761,76 (15.750 admissões), uma diferença de 9,9% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Construção: 12.961 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 6.491 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 4.810 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 3.661 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 2.553 contratações.
  • Saúde Humana e Serviços Sociais: 2.380 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
3516-05
Título oficial
Técnico em segurança do trabalho
Família ocupacional
3516 — Técnicos em Segurança do Trabalho

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para técnico em segurança do trabalho

A CBO registra estes sinônimos para o código 3516-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Supervisor de segurança do trabalho
  • Técnico em meio ambiente, segurança e saúde
  • Técnico em segurança industrial

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um técnico em segurança do trabalho?
Na contratação, a mediana foi de R$ 3.870 por mês e a média R$ 3.983,96. Metade das 38.996 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 3.010 e R$ 4.750. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de técnico em segurança do trabalho?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 3516-05, dentro da família ocupacional 3516 — Técnicos em Segurança do Trabalho.
Em qual estado técnico em segurança do trabalho ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 4.675 (10.250 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser técnico em segurança do trabalho?
Entre as pessoas contratadas no período, 21,9% tinham ensino superior completo ou mais e 70,3% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de técnico em segurança do trabalho

Quanto um técnico em segurança do trabalho ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 3.870 paga a quem é contratado como técnico em segurança do trabalho fica 98% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950 — uma distância grande. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 95% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 3.983,96 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de técnico em segurança do trabalho se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.

O que a faixa de R$ 3.010 a R$ 4.750 significa?

Metade das 38.996 contratações de técnico em segurança do trabalho do período ficou entre R$ 3.010 e R$ 4.750. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 3.010 e um quarto, mais de R$ 4.750. A distância entre as duas pontas é de R$ 1.740 por mês, ou R$ 20.880 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,58 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 3.870, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um técnico em segurança do trabalho.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como técnico em segurança do trabalho?

Entre os 25 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a técnico em segurança do trabalho: R$ 4.675 em 10.250 contratações. A menor ficou em Roraima, com R$ 2.025 em 165 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 131%, ou R$ 2.650 por mês.

São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou técnico em segurança do trabalho no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 131% vista aqui.

Que escolaridade o mercado exige de um técnico em segurança do trabalho?

O mercado de técnico em segurança do trabalho é misto: 21,9% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Médio Completo" (27.391 de 38.956 contratações classificadas).

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Mestrado" recebeu em média R$ 6.714,50, contra R$ 3.585,30 de quem entrou com "Médio Incompleto" — 87% de diferença. A CBO em si não exige diploma para técnico em segurança do trabalho; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Em que setores um técnico em segurança do trabalho encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou técnico em segurança do trabalho foi "Construção", com 12.961 admissões, ou 39,4% do total classificado. Somando os três primeiros — Construção, Indústrias de Transformação, Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas — chega-se a 73,8% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como técnico em segurança do trabalho: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,6 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

O mercado de técnico em segurança do trabalho está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 42.060 admissões e 38.894 desligamentos de técnico em segurança do trabalho, um saldo de +3.166 postos formais. O saldo positivo equivale a 7,5% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 8 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 42.060 admissões não querem dizer que existam 42.060 pessoas trabalhando como técnico em segurança do trabalho no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

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Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.