Trabalho e Salários

Trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado): quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) no Brasil foi de R$ 2.130 por mês, e a média R$ 2.109,10. O cálculo usa 4.218 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 8233-25.

Salário mediano

R$ 2.130

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.109,10

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.770–R$ 2.310

metade das contratações

Amostra

4.218

contratações no período

Como o salário de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) se distribui

Distribuição do salário de admissão de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado): metade das contratações entre R$ 1.770 e R$ 2.310, mediana de R$ 2.130A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.770) ao terceiro quartil (R$ 2.310). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.130. O ponto escuro é a média, de R$ 2.109,10. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2,1 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 4.218 admissões de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,9 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 520. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 4.784 admissões e 4.465 desligamentos, saldo de +319 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 987 admissões e mediana de R$ 2.225.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado). Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no meio da tabela.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 8 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.225R$ 2.324,07987
Minas gerais (MG)R$ 1.775R$ 1.839,23547
Paraná (PR)R$ 2.225R$ 2.326,37488
Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.025R$ 2.115,40434
Santa Catarina (SC)R$ 2.325R$ 2.363,59363
Goiás (GO)R$ 1.775R$ 1.896,84215
Mato Grosso (MT)R$ 2.075R$ 2.163,80185
Ceará (CE)R$ 1.725R$ 1.780,25178
Bahia (BA)R$ 1.625R$ 1.692,30162
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 2.025R$ 2.172,51113
Maranhão (MA)—R$ 2.291,8298
Pernambuco (PE)—R$ 1.717,1581
Pará (PA)—R$ 1.968,0356
Rio de Janeiro (RJ)—R$ 1.848,0656
Espírito Santo (ES)—R$ 1.845,0246
Tocantins (TO)—R$ 2.247,4236
Rio Grande do Norte (RN)—R$ 1.778,1934
Piauí (PI)—R$ 1.644,8132
Mediana do salário de admissão de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) por estado, de R$ 2.325 em Santa Catarina (SC) a R$ 1.625 em Bahia (BA)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) no período, da maior para a menor.Santa Catarina (SC)R$ 2.325São Paulo (SP)R$ 2.225Paraná (PR)R$ 2.225Mato Grosso (MT)R$ 2.075Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.025Mato Grosso do Sul (MS)R$ 2.025Minas gerais (MG)R$ 1.775Goiás (GO)R$ 1.775Ceará (CE)R$ 1.725Bahia (BA)R$ 1.625
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
AnalfabetoR$ 2.087,29441,1%
Até 5ª IncompletoR$ 2.133,671583,8%
5ª Completo FundamentalR$ 2.161,44862,1%
6ª a 9ª FundamentalR$ 2.058,843749,0%
Fundamental CompletoR$ 2.063,1558514,0%
Médio IncompletoR$ 2.115,4857313,7%
Médio CompletoR$ 2.121,622.35556,4%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 2.037,531.219
25 a 29 anosR$ 2.083,55812
30 a 39 anosR$ 2.132,771.136
40 a 49 anosR$ 2.172,91648
50 anos ou maisR$ 2.223,77384

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.106,59 (4.063 admissões) e mulheres com R$ 2.175,01 (155 admissões), uma diferença de 3,1% a favor das mulheres.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 3.229 contratações.
  • Construção: 533 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 216 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 125 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 47 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 47 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
8233-25
Título oficial
Trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado)
Família ocupacional
8233 — Operadores de Instalações e Equipamentos de Fabricação de Materiais de Construção

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado)

A CBO registra estes sinônimos para o código 8233-25. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Trabalhador na fabricação de artefatos de cimento

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado)?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.130 por mês e a média R$ 2.109,10. Metade das 4.218 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.770 e R$ 2.310. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado)?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 8233-25, dentro da família ocupacional 8233 — Operadores de Instalações e Equipamentos de Fabricação de Materiais de Construção.
Em qual estado trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 2.325 (363 contratações no período).
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado)

O salário de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 2.130 paga a quem é contratado como trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) fica a 9% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 70% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.109,10 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.

O que a faixa de R$ 1.770 a R$ 2.310 significa?

Metade das 4.218 contratações de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) do período ficou entre R$ 1.770 e R$ 2.310. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.770 e um quarto, mais de R$ 2.310. A distância entre as duas pontas é de R$ 540 por mês, ou R$ 6.480 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,31 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.130, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado).

Em que estado vale mais a pena trabalhar como trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado)?

Entre os 10 estados com amostra suficiente, Santa Catarina pagou a maior mediana de admissão a trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado): R$ 2.325 em 363 contratações. A menor ficou em Bahia, com R$ 1.625 em 162 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 43%, ou R$ 700 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 987 das 4.218 admissões de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 43% vista aqui.

Dá para trabalhar como trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 0,0% das admissões de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 2.355 das 4.175 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 56,4%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.058,84 com "6ª a 9ª Fundamental" a R$ 2.161,44 com "5ª Completo Fundamental". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) foi "Indústrias de Transformação", com 3.229 admissões, ou 76,9% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Construção, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 94,8% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,9 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

O mercado de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 4.784 admissões e 4.465 desligamentos de trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado), um saldo de +319 postos formais. O saldo positivo equivale a 6,7% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 7 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 4.784 admissões não querem dizer que existam 4.784 pessoas trabalhando como trabalhador da elaboração de pré-fabricados (concreto armado) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.