Trabalho e Salários

Técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração): quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) no Brasil foi de R$ 2.010 por mês, e a média R$ 2.299,41. O cálculo usa 3.964 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 3141-15.

Salário mediano

R$ 2.010

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.299,41

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.710–R$ 2.510

metade das contratações

Amostra

3.964

contratações no período

Como o salário de técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) se distribui

Distribuição do salário de admissão de técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração): metade das contratações entre R$ 1.710 e R$ 2.510, mediana de R$ 2.010A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.710) ao terceiro quartil (R$ 2.510). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.010. O ponto escuro é a média, de R$ 2.299,41. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 3.964 admissões de técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,6 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 605. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 4.151 admissões e 3.865 desligamentos, saldo de +286 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 865 admissões e mediana de R$ 2.275.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração). Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no meio da tabela.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 9 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.275R$ 2.695,32865
Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.125R$ 2.346,66312
Minas gerais (MG)R$ 1.825R$ 2.178,77266
Mato Grosso (MT)R$ 1.875R$ 2.161,15230
Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.225R$ 2.385,51216
Paraná (PR)R$ 2.225R$ 2.413,16213
Santa Catarina (SC)R$ 2.325R$ 2.586,30206
Bahia (BA)R$ 1.825R$ 2.174,65185
Goiás (GO)R$ 1.825R$ 2.102,03170
Pernambuco (PE)R$ 1.725R$ 1.983,73157
Pará (PA)R$ 1.875R$ 2.202,25147
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 2.025R$ 2.283,73130
Ceará (CE)R$ 1.725R$ 1.936,13124
Amazonas (AM)R$ 1.825R$ 2.185,36102
Piauí (PI)—R$ 1.819,5788
Distrito Federal (DF)—R$ 2.144,0982
Paraíba (PB)—R$ 1.927,9975
Espírito Santo (ES)—R$ 2.160,8169
Rondônia (RO)—R$ 2.049,9361
Maranhão (MA)—R$ 2.082,7756
Tocantins (TO)—R$ 1.821,1351
Roraima (RR)—R$ 1.909,3050
Rio Grande do Norte (RN)—R$ 1.784,9542
Mediana do salário de admissão de técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) por estado, de R$ 2.325 em Santa Catarina (SC) a R$ 1.825 em Amazonas (AM)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) no período, da maior para a menor.Santa Catarina (SC)R$ 2.325São Paulo (SP)R$ 2.275Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.225Paraná (PR)R$ 2.225Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.125Mato Grosso do Sul (MS)R$ 2.025Mato Grosso (MT)R$ 1.875Pará (PA)R$ 1.875Minas gerais (MG)R$ 1.825Bahia (BA)R$ 1.825Goiás (GO)R$ 1.825Amazonas (AM)R$ 1.825
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
6ª a 9ª FundamentalR$ 2.306,34561,4%
Fundamental CompletoR$ 2.257,261453,7%
Médio IncompletoR$ 2.071,432376,0%
Médio CompletoR$ 2.284,403.34485,0%
Superior IncompletoR$ 2.926,07822,1%
Superior CompletoR$ 2.959,50691,8%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
Até 17 anosR$ 1.635,4937
18 a 24 anosR$ 1.960,151.281
25 a 29 anosR$ 2.223,95753
30 a 39 anosR$ 2.475,701.058
40 a 49 anosR$ 2.653,88566
50 anos ou maisR$ 2.815,50260

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.296,88 (3.920 admissões) e mulheres com R$ 2.525,10 (44 admissões), uma diferença de 9,0% a favor das mulheres.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Construção: 1.656 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 933 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 616 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 247 contratações.
  • Outras Atividades de Serviços: 194 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 132 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
3141-15
Título oficial
Técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração)
Família ocupacional
3141 — Técnicos Mecânicos na Fabricação e Montagem de Máquinas, Sistemas e Instrumentos

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração)

A CBO registra estes sinônimos para o código 3141-15. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Auxiliar técnico de refrigeração
  • Técnico de refrigeração (fabricação)
  • Técnico mecânico em ar condicionado

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração)?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.010 por mês e a média R$ 2.299,41. Metade das 3.964 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.710 e R$ 2.510. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração)?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 3141-15, dentro da família ocupacional 3141 — Técnicos Mecânicos na Fabricação e Montagem de Máquinas, Sistemas e Instrumentos.
Em qual estado técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 2.325 (206 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração)?
Entre as pessoas contratadas no período, 1,8% tinham ensino superior completo ou mais e 85,0% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração)

O salário de técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 2.010 paga a quem é contratado como técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) fica a 3% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 53% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.299,41 está 14% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.

O que a faixa de R$ 1.710 a R$ 2.510 significa?

Metade das 3.964 contratações de técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) do período ficou entre R$ 1.710 e R$ 2.510. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.710 e um quarto, mais de R$ 2.510. A distância entre as duas pontas é de R$ 800 por mês, ou R$ 9.600 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,47 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.010, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração).

Onde técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 14 estados com amostra suficiente, Santa Catarina pagou a maior mediana de admissão a técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração): R$ 2.325 em 206 contratações. A menor ficou em Ceará, com R$ 1.725 em 124 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 35%, ou R$ 600 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 865 das 3.964 admissões de técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 35% vista aqui.

Dá para trabalhar como técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 1,8% das admissões de técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 3.344 das 3.933 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 85,0%.

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Superior Completo" recebeu em média R$ 2.959,50, contra R$ 2.071,43 de quem entrou com "Médio Incompleto" — 43% de diferença. A CBO em si não exige diploma para técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração); o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Em que setores um técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) foi "Construção", com 1.656 admissões, ou 43,8% do total classificado. Somando os três primeiros — Construção, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Indústrias de Transformação — chega-se a 84,8% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração): a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,6 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

O mercado de técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 4.151 admissões e 3.865 desligamentos de técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração), um saldo de +286 postos formais. O saldo positivo equivale a 6,9% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 7 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 4.151 admissões não querem dizer que existam 4.151 pessoas trabalhando como técnico mecânico (calefação, ventilação e refrigeração) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

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Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

Ver no glossário completo

Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.