Trabalho e Salários

Técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família no Brasil foi de R$ 2.350 por mês, e a média R$ 3.139,71. O cálculo usa 66 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 3224-25.

Salário mediano

R$ 2.350

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 3.139,71

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 2.010–R$ 5.070

metade das contratações

Amostra

66

contratações no período

Como o salário de técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família se distribui

Distribuição do salário de admissão de técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família: metade das contratações entre R$ 2.010 e R$ 5.070, mediana de R$ 2.350A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 2.010) ao terceiro quartil (R$ 5.070). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.350. O ponto escuro é a média, de R$ 3.139,71. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 2 milR$ 4 milR$ 6 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2,4 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 66 admissões de técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 41,5 horas semanais.
  • Movimentação no período: 69 admissões e 69 desligamentos, saldo de +0 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 36 admissões.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 1 estado da tabela aparece sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Saúde Humana e Serviços Sociais: 55 contratações.
  • Outras Atividades de Serviços: 4 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 3 contratações.
  • Administração Pública, Defesa e Seguridade Social: 3 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 1 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
3224-25
Título oficial
Técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família
Família ocupacional
3224 — Técnicos de Odontologia

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.350 por mês e a média R$ 3.139,71. Metade das 66 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.010 e R$ 5.070. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 3224-25, dentro da família ocupacional 3224 — Técnicos de Odontologia.
Em qual estado técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 3.927 (36 contratações no período).
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família

Quanto um técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 2.350 paga a quem é contratado como técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família fica 21% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 78% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 3.139,71 está 34% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.

Por que o salário de técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família varia tanto de um contrato para o outro?

Metade das 66 contratações de técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família do período ficou entre R$ 2.010 e R$ 5.070. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.010 e um quarto, mais de R$ 5.070. A distância entre as duas pontas é de R$ 3.060 por mês, ou R$ 36.720 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

O terceiro quartil é 2,5 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.

Quem contrata técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família foi "Saúde Humana e Serviços Sociais", com 55 admissões, ou 83,3% do total classificado. Somando os três primeiros — Saúde Humana e Serviços Sociais, Outras Atividades de Serviços, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 93,9% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Saúde Humana e Serviços Sociais". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 41,5 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

Quantas vagas de técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família abriram e fecharam no período?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 69 admissões e 69 desligamentos de técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família, um saldo de +0 postos formais. Admissões e desligamentos se anularam: a ocupação girou pessoas sem mudar o número de postos.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 69 admissões não querem dizer que existam 69 pessoas trabalhando como técnico em saúde bucal da estratégia de saúde da família no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

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Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

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Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

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Amostra

Quantas contratações entraram na conta. Com poucas contratações, qualquer média é instável: dois contratos atípicos mudam o resultado. Por isso só publicamos valores quando o recorte tem pelo menos 30 admissões.

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Jornada contratada

As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.

Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).

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CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

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Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.