Trabalho e Salários

Técnico de garantia da qualidade: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de técnico de garantia da qualidade no Brasil foi de R$ 3.590 por mês, e a média R$ 4.185,79. O cálculo usa 12.203 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 3912-10.

Salário mediano

R$ 3.590

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 4.185,79

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 2.590–R$ 5.010

metade das contratações

Amostra

12.203

contratações no período

Como o salário de técnico de garantia da qualidade se distribui

Distribuição do salário de admissão de técnico de garantia da qualidade: metade das contratações entre R$ 2.590 e R$ 5.010, mediana de R$ 3.590A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 2.590) ao terceiro quartil (R$ 5.010). A linha grossa é a mediana, de R$ 3.590. O ponto escuro é a média, de R$ 4.185,79. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 2 milR$ 4 milR$ 6 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 3,6 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 12.203 admissões de técnico de garantia da qualidade em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,3 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 148. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 12.798 admissões e 13.155 desligamentos, saldo de -357 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 4.541 admissões e mediana de R$ 4.075.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como técnico de garantia da qualidade. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de cima.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 8 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um técnico de garantia da qualidade por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 4.075R$ 4.748,954.541
Minas gerais (MG)R$ 3.525R$ 3.920,291.339
Paraná (PR)R$ 3.525R$ 3.822,31951
Santa Catarina (SC)R$ 3.825R$ 4.138,26738
Rio de Janeiro (RJ)R$ 4.075R$ 4.643,78675
Rio Grande do Sul (RS)R$ 3.525R$ 3.936,06617
Bahia (BA)R$ 2.525R$ 3.380,63517
Goiás (GO)R$ 3.025R$ 3.460,84506
Mato Grosso (MT)R$ 2.825R$ 3.260,81352
Espírito Santo (ES)R$ 4.075R$ 5.204,19275
Pernambuco (PE)R$ 3.025R$ 3.560,09254
Amazonas (AM)R$ 3.925R$ 4.063,14231
Pará (PA)R$ 2.975R$ 3.612,28211
Ceará (CE)R$ 3.175R$ 3.407,82206
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 3.175R$ 3.878,41161
Distrito Federal (DF)R$ 4.025R$ 4.195,55128
Maranhão (MA)—R$ 3.989,0596
Tocantins (TO)—R$ 2.691,1780
Paraíba (PB)—R$ 2.525,8865
Rondônia (RO)—R$ 2.554,8057
Rio Grande do Norte (RN)—R$ 3.048,2646
Alagoas (AL)—R$ 2.842,9846
Piauí (PI)—R$ 2.487,8043
Sergipe (SE)—R$ 2.873,6341
Mediana do salário de admissão de técnico de garantia da qualidade por estado, de R$ 4.075 em São Paulo (SP) a R$ 3.025 em Goiás (GO)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de técnico de garantia da qualidade no período, da maior para a menor.São Paulo (SP)R$ 4.075Rio de Janeiro (RJ)R$ 4.075Espírito Santo (ES)R$ 4.075Distrito Federal (DF)R$ 4.025Amazonas (AM)R$ 3.925Santa Catarina (SC)R$ 3.825Minas gerais (MG)R$ 3.525Paraná (PR)R$ 3.525Rio Grande do Sul (RS)R$ 3.525Ceará (CE)R$ 3.175Mato Grosso do Sul (MS)R$ 3.175Goiás (GO)R$ 3.025
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como técnico de garantia da qualidade no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Fundamental CompletoR$ 3.162,16810,7%
Médio IncompletoR$ 2.507,691521,3%
Médio CompletoR$ 3.275,974.22834,8%
Superior IncompletoR$ 3.577,371.45712,0%
Superior CompletoR$ 4.769,445.10942,1%
MestradoR$ 5.882,611120,9%
DoutoradoR$ 6.158,50370,3%
Pós-Graduação completaR$ 6.148,539688,0%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 2.982,152.625
25 a 29 anosR$ 3.932,423.044
30 a 39 anosR$ 4.539,363.942
40 a 49 anosR$ 5.169,101.987
50 anos ou maisR$ 5.345,55563

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 4.354,46 (5.447 admissões) e mulheres com R$ 4.049,81 (6.756 admissões), uma diferença de 7,5% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 5.606 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 1.504 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 1.434 contratações.
  • Construção: 778 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 704 contratações.
  • Informação e Comunicação: 492 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
3912-10
Título oficial
Técnico de garantia da qualidade
Família ocupacional
3912 — Técnicos de Controle da Produção

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para técnico de garantia da qualidade

A CBO registra estes sinônimos para o código 3912-10. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Analista de controle de qualidade
  • Analista de laboratório de controle de qualidade
  • Técnico analista de controle de produtos manufaturados
  • Técnico analista de controle estatístico de qualidade
  • Técnico analista de padrões de qualidade
  • Técnico analista de pesquisa de controle de qualidade
  • Técnico analista de qualidade
  • Técnico analista de recebimento de peças compradas

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um técnico de garantia da qualidade?
Na contratação, a mediana foi de R$ 3.590 por mês e a média R$ 4.185,79. Metade das 12.203 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.590 e R$ 5.010. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de técnico de garantia da qualidade?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 3912-10, dentro da família ocupacional 3912 — Técnicos de Controle da Produção.
Em qual estado técnico de garantia da qualidade ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 4.075 (4.541 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser técnico de garantia da qualidade?
Entre as pessoas contratadas no período, 51,3% tinham ensino superior completo ou mais e 34,8% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de técnico de garantia da qualidade

Quanto um técnico de garantia da qualidade ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 3.590 paga a quem é contratado como técnico de garantia da qualidade fica 84% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950 — uma distância grande. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 95% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 4.185,79 está 17% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de técnico de garantia da qualidade bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.

Por que o salário de técnico de garantia da qualidade varia tanto de um contrato para o outro?

Metade das 12.203 contratações de técnico de garantia da qualidade do período ficou entre R$ 2.590 e R$ 5.010. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.590 e um quarto, mais de R$ 5.010. A distância entre as duas pontas é de R$ 2.420 por mês, ou R$ 29.040 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

O terceiro quartil é 1,9 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de técnico de garantia da qualidade está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como técnico de garantia da qualidade?

Entre os 16 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a técnico de garantia da qualidade: R$ 4.075 em 4.541 contratações. A menor ficou em Bahia, com R$ 2.525 em 517 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 61%, ou R$ 1.550 por mês.

São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou técnico de garantia da qualidade no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 61% vista aqui.

Que escolaridade o mercado exige de um técnico de garantia da qualidade?

O mercado de técnico de garantia da qualidade é misto: 51,3% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Superior Completo" (5.109 de 12.144 contratações classificadas).

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Doutorado" recebeu em média R$ 6.158,50, contra R$ 2.507,69 de quem entrou com "Médio Incompleto" — 146% de diferença. A CBO em si não exige diploma para técnico de garantia da qualidade; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Em que setores um técnico de garantia da qualidade encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou técnico de garantia da qualidade foi "Indústrias de Transformação", com 5.606 admissões, ou 53,3% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 81,2% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como técnico de garantia da qualidade: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,3 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

Por que técnico de garantia da qualidade fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 12.798 admissões e 13.155 desligamentos de técnico de garantia da qualidade, um saldo de -357 postos formais. O saldo negativo equivale a 2,8% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 12.798 admissões não querem dizer que existam 12.798 pessoas trabalhando como técnico de garantia da qualidade no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

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Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

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Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.