Trabalho e Salários

Bobinador eletricista, à mão: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de bobinador eletricista, à mão no Brasil foi de R$ 2.010 por mês, e a média R$ 2.302,03. O cálculo usa 242 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7311-65.

Salário mediano

R$ 2.010

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.302,03

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.710–R$ 2.650

metade das contratações

Amostra

242

contratações no período

Como o salário de bobinador eletricista, à mão se distribui

Distribuição do salário de admissão de bobinador eletricista, à mão: metade das contratações entre R$ 1.710 e R$ 2.650, mediana de R$ 2.010A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.710) ao terceiro quartil (R$ 2.650). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.010. O ponto escuro é a média, de R$ 2.302,03. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 242 admissões de bobinador eletricista, à mão em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,5 horas semanais.
  • Movimentação no período: 287 admissões e 246 desligamentos, saldo de +41 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 33 admissões.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como bobinador eletricista, à mão. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 1 estado da tabela aparece sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 2.103,7991
25 a 29 anosR$ 2.156,0938
30 a 39 anosR$ 2.486,3760

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 141 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 75 contratações.
  • Construção: 15 contratações.
  • Outras Atividades de Serviços: 5 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 4 contratações.
  • Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 1 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
7311-65
Título oficial
Bobinador eletricista, à mão
Família ocupacional
7311 — Montadores de Equipamentos Eletroeletrônicos

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para bobinador eletricista, à mão

A CBO registra estes sinônimos para o código 7311-65. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Auxiliar de bobinagem, à mão

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um bobinador eletricista, à mão?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.010 por mês e a média R$ 2.302,03. Metade das 242 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.710 e R$ 2.650. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de bobinador eletricista, à mão?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7311-65, dentro da família ocupacional 7311 — Montadores de Equipamentos Eletroeletrônicos.
Em qual estado bobinador eletricista, à mão ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 2.989 (33 contratações no período).
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de bobinador eletricista, à mão

O salário de bobinador eletricista, à mão está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 2.010 paga a quem é contratado como bobinador eletricista, à mão fica a 3% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 53% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.302,03 está 15% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de bobinador eletricista, à mão bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.

O que a faixa de R$ 1.710 a R$ 2.650 significa?

Metade das 242 contratações de bobinador eletricista, à mão do período ficou entre R$ 1.710 e R$ 2.650. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.710 e um quarto, mais de R$ 2.650. A distância entre as duas pontas é de R$ 940 por mês, ou R$ 11.280 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,55 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.010, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um bobinador eletricista, à mão.

Em que setores um bobinador eletricista, à mão encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou bobinador eletricista, à mão foi "Indústrias de Transformação", com 141 admissões, ou 58,5% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Construção — chega-se a 95,9% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como bobinador eletricista, à mão: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,5 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

O mercado de bobinador eletricista, à mão está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 287 admissões e 246 desligamentos de bobinador eletricista, à mão, um saldo de +41 postos formais. O saldo positivo equivale a 14,3% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 14 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 287 admissões não querem dizer que existam 287 pessoas trabalhando como bobinador eletricista, à mão no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Com que idade se entra na carreira de bobinador eletricista, à mão?

O CAGED não registra anos de experiência, e a idade de quem é contratado é a aproximação possível. Na faixa de 18 a 24 anos estão 48,1% das admissões de bobinador eletricista, à mão — é a idade típica de entrada nesta ocupação.

A diferença entre faixas de idade é pequena: de R$ 2.103,79 em 18 a 24 anos a R$ 2.486,37 em 30 a 39 anos. O salário de entrada de bobinador eletricista, à mão é definido pelo posto, e quase não premia tempo de estrada no momento da admissão.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

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Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

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Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

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CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

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Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.