Montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) no Brasil foi de R$ 2.290 por mês, e a média R$ 2.371,18. O cálculo usa 1.637 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7311-15.
Salário mediano
R$ 2.290
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.371,18
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.810–R$ 2.870
metade das contratações
Amostra
1.637
contratações no período
Como o salário de montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 44 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 422. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 1.898 admissões e 2.303 desligamentos, saldo de -405 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 418 admissões e mediana de R$ 1.975.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 1.975 | R$ 2.181,19 | 418 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 2.675 | R$ 2.445,11 | 246 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | R$ 3.025 | R$ 2.996,76 | 150 |
| Amazonas (AM) | R$ 2.025 | R$ 2.079,22 | 125 |
| Minas gerais (MG) | R$ 2.325 | R$ 2.452,51 | 125 |
| Ceará (CE) | R$ 1.625 | R$ 1.664,41 | 113 |
| Goiás (GO) | — | R$ 2.758,21 | 90 |
| Santa Catarina (SC) | — | R$ 2.476,29 | 79 |
| Rio Grande do Sul (RS) | — | R$ 2.345,34 | 73 |
| Mato Grosso (MT) | — | R$ 2.535,90 | 42 |
| Maranhão (MA) | — | R$ 2.596,04 | 35 |
| Pernambuco (PE) | — | R$ 2.734,79 | 31 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.740,77 | 62 | 4,0% |
| Fundamental Completo | R$ 2.601,27 | 83 | 5,4% |
| Médio Incompleto | R$ 2.386,47 | 84 | 5,4% |
| Médio Completo | R$ 2.326,84 | 1.321 | 85,2% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 2.064,36 | 464 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.386,12 | 333 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.501,14 | 484 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.572,43 | 249 |
| 50 anos ou mais | R$ 2.619,87 | 104 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.554,73 (1.227 admissões) e mulheres com R$ 1.821,87 (410 admissões), uma diferença de 40,2% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 527 contratações.
- Construção: 506 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 325 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 153 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 121 contratações.
- Transporte, Armazenagem e Correio: 2 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 7311-15
- Título oficial
- Montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)
- Família ocupacional
- 7311 — Montadores de Equipamentos Eletroeletrônicos
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)
A CBO registra estes sinônimos para o código 7311-15. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Montador de instrumentos elétricos de medição
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.290 por mês e a média R$ 2.371,18. Metade das 1.637 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.810 e R$ 2.870. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7311-15, dentro da família ocupacional 7311 — Montadores de Equipamentos Eletroeletrônicos.
- Em qual estado montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Mato Grosso do Sul teve o maior salário de admissão: R$ 3.025 (150 contratações no período).
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Montador de equipamentos elétricos · R$ 2.210
- Operador de linha de montagem (aparelhos eletrônicos) · R$ 2.010
- Montador de equipamentos eletrônicos · R$ 2.110
- Montador de equipamentos elétricos (centrais elétricas) · R$ 2.930
- Montador de equipamentos eletrônicos (computadores e equipamentos auxiliares) · R$ 2.370
- Montador de equipamentos elétricos (aparelhos eletrodomésticos) · R$ 2.150
- Operador de linha de montagem (aparelhos elétricos) · R$ 2.030
- Montador de equipamentos eletricos (transformadores) · R$ 2.230
- Montador de equipamentos eletrônicos (máquinas industriais) · R$ 2.510
- Montador de equipamentos elétricos (elevadores e equipamentos similares) · R$ 2.130
- Bobinador eletricista, à máquina · R$ 2.510
- Montador de equipamentos elétricos (motores e dínamos) · R$ 2.530
Entendendo o salário de montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)
Quanto um montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 2.290 paga a quem é contratado como montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) fica 17% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 76% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.371,18 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.290 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
O que a faixa de R$ 1.810 a R$ 2.870 significa?
Metade das 1.637 contratações de montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) do período ficou entre R$ 1.810 e R$ 2.870. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.810 e um quarto, mais de R$ 2.870. A distância entre as duas pontas é de R$ 1.060 por mês, ou R$ 12.720 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,59 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.290, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição).
Em que estado vale mais a pena trabalhar como montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição)?
Entre os 6 estados com amostra suficiente, Mato Grosso do Sul pagou a maior mediana de admissão a montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição): R$ 3.025 em 150 contratações. A menor ficou em Ceará, com R$ 1.625 em 113 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 86%, ou R$ 1.400 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 418 das 1.637 admissões de montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 86% vista aqui.
Dá para trabalhar como montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 0,0% das admissões de montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 1.321 das 1.550 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 85,2%.
A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.326,84 com "Médio Completo" a R$ 2.740,77 com "6ª a 9ª Fundamental". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.
Em que setores um montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) foi "Indústrias de Transformação", com 527 admissões, ou 32,3% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Construção, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 83,1% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição): a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 44 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
Por que montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 1.898 admissões e 2.303 desligamentos de montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição), um saldo de -405 postos formais. O saldo negativo equivale a 21,3% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 1.898 admissões não querem dizer que existam 1.898 pessoas trabalhando como montador de equipamentos elétricos (instrumentos de medição) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.