Trabalhador na fabricação de produtos abrasivos: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de trabalhador na fabricação de produtos abrasivos no Brasil foi de R$ 2.110 por mês, e a média R$ 2.163,91. O cálculo usa 207 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 8232-65.
Salário mediano
R$ 2.110
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.163,91
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.630–R$ 2.350
metade das contratações
Amostra
207
contratações no período
Como o salário de trabalhador na fabricação de produtos abrasivos se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,9 horas semanais.
- Movimentação no período: 334 admissões e 281 desligamentos, saldo de +53 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 84 admissões.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um trabalhador na fabricação de produtos abrasivos por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | — | R$ 2.540,58 | 84 |
| Ceará (CE) | — | R$ 1.621,00 | 64 |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 1.949,75 | 69 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.041,05 | 40 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.261,13 | 68 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.162,67 (173 admissões) e mulheres com R$ 2.170,23 (34 admissões), praticamente sem diferença.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 76 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 64 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 63 contratações.
- Construção: 2 contratações.
- Indústrias Extrativas: 1 contratações.
- Alojamento e Alimentação: 1 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 8232-65
- Título oficial
- Trabalhador na fabricação de produtos abrasivos
- Família ocupacional
- 8232 — Família ocupacional 8232
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para trabalhador na fabricação de produtos abrasivos
A CBO registra estes sinônimos para o código 8232-65. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Confeccionador de lixas
- Trabalhador na fabricação de pedras abrasivas
- Trabalhador da fabricação de lixa
- Trabalhador na fabricação de esmeris
- Trabalhador na fabricação de rebolos
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um trabalhador na fabricação de produtos abrasivos?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.110 por mês e a média R$ 2.163,91. Metade das 207 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.630 e R$ 2.350. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de trabalhador na fabricação de produtos abrasivos?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 8232-65, dentro da família ocupacional 8232 — Família ocupacional 8232.
- Em qual estado trabalhador na fabricação de produtos abrasivos ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 2.541 (84 contratações no período).
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Extrusor de fios ou fibras de vidro · R$ 2.270
- Operador de máquina extrusora de varetas e tubos de vidro · R$ 2.510
- Forneiro na fundição de vidro · R$ 2.330
- Operador de máquina de soprar vidro · R$ 2.010
- Operador de prensa de moldar vidro · R$ 2.530
- Operador de banho metálico de vidro por flutuação · R$ 2.130
- Açougueiro · R$ 2.090
- Operador de máquinas fixas, em geral · R$ 2.310
- Magarefe · R$ 2.070
- Padeiro · R$ 2.110
- Abatedor · R$ 1.890
- Confeiteiro · R$ 2.110
Entendendo o salário de trabalhador na fabricação de produtos abrasivos
O salário de trabalhador na fabricação de produtos abrasivos está na média do mercado formal?
A mediana de R$ 2.110 paga a quem é contratado como trabalhador na fabricação de produtos abrasivos fica a 8% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 68% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.163,91 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de trabalhador na fabricação de produtos abrasivos se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.
O que a faixa de R$ 1.630 a R$ 2.350 significa?
Metade das 207 contratações de trabalhador na fabricação de produtos abrasivos do período ficou entre R$ 1.630 e R$ 2.350. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.630 e um quarto, mais de R$ 2.350. A distância entre as duas pontas é de R$ 720 por mês, ou R$ 8.640 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,44 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.110, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um trabalhador na fabricação de produtos abrasivos.
Em que setores um trabalhador na fabricação de produtos abrasivos encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou trabalhador na fabricação de produtos abrasivos foi "Indústrias de Transformação", com 76 admissões, ou 36,7% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 98,1% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como trabalhador na fabricação de produtos abrasivos: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,9 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
O mercado de trabalhador na fabricação de produtos abrasivos está abrindo vagas?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 334 admissões e 281 desligamentos de trabalhador na fabricação de produtos abrasivos, um saldo de +53 postos formais. O saldo positivo equivale a 15,9% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 16 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 334 admissões não querem dizer que existam 334 pessoas trabalhando como trabalhador na fabricação de produtos abrasivos no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Com que idade se entra na carreira de trabalhador na fabricação de produtos abrasivos?
O CAGED não registra anos de experiência, e a idade de quem é contratado é a aproximação possível. Na faixa de 18 a 24 anos estão 39,0% das admissões de trabalhador na fabricação de produtos abrasivos — é a idade típica de entrada nesta ocupação.
A diferença entre faixas de idade é pequena: de R$ 1.949,75 em 18 a 24 anos a R$ 2.261,13 em 30 a 39 anos. O salário de entrada de trabalhador na fabricação de produtos abrasivos é definido pelo posto, e quase não premia tempo de estrada no momento da admissão.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.