Serralheiro: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de serralheiro no Brasil foi de R$ 2.290 por mês, e a média R$ 2.439,61. O cálculo usa 17.636 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7244-40.
Salário mediano
R$ 2.290
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.439,61
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.950–R$ 2.810
metade das contratações
Amostra
17.636
contratações no período
Como o salário de serralheiro se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,9 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 420. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 19.039 admissões e 18.494 desligamentos, saldo de +545 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 5.759 admissões e mediana de R$ 2.475.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um serralheiro por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 2.475 | R$ 2.663,22 | 5.759 |
| Minas gerais (MG) | R$ 2.025 | R$ 2.251,09 | 2.049 |
| Paraná (PR) | R$ 2.425 | R$ 2.650,10 | 1.265 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 2.325 | R$ 2.382,80 | 1.154 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 2.525 | R$ 2.742,18 | 1.143 |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 2.125 | R$ 2.355,99 | 1.130 |
| Goiás (GO) | R$ 2.025 | R$ 2.282,90 | 987 |
| Pernambuco (PE) | R$ 2.025 | R$ 2.071,99 | 566 |
| Bahia (BA) | R$ 2.025 | R$ 2.149,01 | 554 |
| Distrito Federal (DF) | R$ 2.225 | R$ 2.160,28 | 406 |
| Mato Grosso (MT) | R$ 2.225 | R$ 2.462,94 | 384 |
| Espírito Santo (ES) | R$ 2.025 | R$ 2.248,38 | 325 |
| Ceará (CE) | R$ 2.025 | R$ 2.152,90 | 293 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | R$ 2.025 | R$ 2.291,79 | 247 |
| Paraíba (PB) | R$ 1.625 | R$ 1.857,50 | 187 |
| Maranhão (MA) | R$ 1.725 | R$ 1.945,64 | 169 |
| Amazonas (AM) | R$ 2.625 | R$ 2.666,47 | 168 |
| Rondônia (RO) | R$ 1.775 | R$ 1.854,05 | 142 |
| Pará (PA) | R$ 2.025 | R$ 2.113,25 | 131 |
| Alagoas (AL) | R$ 1.825 | R$ 1.995,16 | 117 |
| Sergipe (SE) | R$ 1.625 | R$ 1.835,80 | 113 |
| Piauí (PI) | — | R$ 1.903,17 | 92 |
| Tocantins (TO) | — | R$ 2.213,60 | 83 |
| Rio Grande do Norte (RN) | — | R$ 1.890,13 | 77 |
| Roraima (RR) | — | R$ 2.127,71 | 40 |
| Acre (AC) | — | R$ 2.088,05 | 36 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como serralheiro no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Analfabeto | R$ 2.298,21 | 45 | 0,3% |
| Até 5ª Incompleto | R$ 2.472,97 | 210 | 1,2% |
| 5ª Completo Fundamental | R$ 2.487,57 | 184 | 1,0% |
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.408,25 | 655 | 3,7% |
| Fundamental Completo | R$ 2.496,81 | 1.316 | 7,5% |
| Médio Incompleto | R$ 2.378,82 | 1.555 | 8,8% |
| Médio Completo | R$ 2.438,07 | 13.341 | 75,7% |
| Superior Incompleto | R$ 2.379,22 | 191 | 1,1% |
| Superior Completo | R$ 2.894,72 | 134 | 0,8% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| Até 17 anos | R$ 1.807,93 | 122 |
| 18 a 24 anos | R$ 2.103,34 | 4.215 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.340,46 | 3.048 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.533,90 | 5.081 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.691,94 | 3.331 |
| 50 anos ou mais | R$ 2.715,97 | 1.795 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.443,02 (17.313 admissões) e mulheres com R$ 2.256,84 (323 admissões), uma diferença de 8,2% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 9.585 contratações.
- Construção: 3.582 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 2.540 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 1.040 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 442 contratações.
- Transporte, Armazenagem e Correio: 91 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 7244-40
- Título oficial
- Serralheiro
- Família ocupacional
- 7244 — Trabalhadores de Caldeiraria e Serralheria
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para serralheiro
A CBO registra estes sinônimos para o código 7244-40. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Ajudante de serralheiro
- Arqueador
- Arqueador de molas
- Arqueador e temperador de molas
- Operador de mesa de corte (serralharia)
- Serralheiro de alumínio
- Serralheiro de ferro
- Serralheiro de manutenção
- Serralheiro de metal
- Serralheiro de produção
- Serralheiro industrial
- Serralheiro modelista
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um serralheiro?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.290 por mês e a média R$ 2.439,61. Metade das 17.636 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.950 e R$ 2.810. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de serralheiro?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7244-40, dentro da família ocupacional 7244 — Trabalhadores de Caldeiraria e Serralheria.
- Em qual estado serralheiro ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Amazonas teve o maior salário de admissão: R$ 2.625 (168 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser serralheiro?
- Entre as pessoas contratadas no período, 0,8% tinham ensino superior completo ou mais e 75,7% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Caldeireiro (chapas de ferro e aço) · R$ 3.410
- Funileiro industrial · R$ 2.510
- Caldeireiro (chapas de cobre) · R$ 3.410
- Chapeador · R$ 2.050
- Chapeador de carrocerias metálicas (fabricação) · R$ 2.210
- Chapeador naval · R$ 3.410
- Alimentador de linha de produção · R$ 2.010
- Servente de obras · R$ 1.770
- Motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais) · R$ 2.770
- Pedreiro · R$ 2.610
- Ajudante de motorista · R$ 1.830
- Embalador, a mão · R$ 1.810
Entendendo o salário de serralheiro
Quanto um serralheiro ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 2.290 paga a quem é contratado como serralheiro fica 17% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 76% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.439,61 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.290 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
O que a faixa de R$ 1.950 a R$ 2.810 significa?
Metade das 17.636 contratações de serralheiro do período ficou entre R$ 1.950 e R$ 2.810. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.950 e um quarto, mais de R$ 2.810. A distância entre as duas pontas é de R$ 860 por mês, ou R$ 10.320 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,44 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.290, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um serralheiro.
Em que estado vale mais a pena trabalhar como serralheiro?
Entre os 21 estados com amostra suficiente, Amazonas pagou a maior mediana de admissão a serralheiro: R$ 2.625 em 168 contratações. A menor ficou em Sergipe, com R$ 1.625 em 113 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 62%, ou R$ 1.000 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 5.759 das 17.636 admissões de serralheiro no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 62% vista aqui.
Dá para trabalhar como serralheiro sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 0,8% das admissões de serralheiro foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 13.341 das 17.631 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 75,7%.
A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Superior Completo" recebeu em média R$ 2.894,72, contra R$ 2.298,21 de quem entrou com "Analfabeto" — 26% de diferença. A CBO em si não exige diploma para serralheiro; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.
Em que setores um serralheiro encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou serralheiro foi "Indústrias de Transformação", com 9.585 admissões, ou 55,5% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Construção, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 90,9% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como serralheiro: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,9 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
O mercado de serralheiro está abrindo vagas?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 19.039 admissões e 18.494 desligamentos de serralheiro, um saldo de +545 postos formais. O saldo positivo equivale a 2,9% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 3 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 19.039 admissões não querem dizer que existam 19.039 pessoas trabalhando como serralheiro no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Grau de instrução
A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.