Caldeireiro (chapas de ferro e aço): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de caldeireiro (chapas de ferro e aço) no Brasil foi de R$ 3.410 por mês, e a média R$ 3.535,91. O cálculo usa 15.987 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7244-10.
Salário mediano
R$ 3.410
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 3.535,91
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.950–R$ 4.090
metade das contratações
Amostra
15.987
contratações no período
Como o salário de caldeireiro (chapas de ferro e aço) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,8 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 163. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 22.077 admissões e 23.408 desligamentos, saldo de -1.331 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 4.035 admissões e mediana de R$ 3.725.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um caldeireiro (chapas de ferro e aço) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 3.725 | R$ 3.767,15 | 4.035 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 3.125 | R$ 3.278,51 | 2.066 |
| Minas gerais (MG) | R$ 3.425 | R$ 3.509,35 | 1.642 |
| Bahia (BA) | R$ 3.175 | R$ 3.490,69 | 1.566 |
| Espírito Santo (ES) | R$ 3.575 | R$ 3.566,63 | 1.514 |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 3.025 | R$ 3.043,06 | 745 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 3.225 | R$ 3.330,95 | 654 |
| Paraná (PR) | R$ 3.875 | R$ 3.791,15 | 574 |
| Pernambuco (PE) | R$ 3.275 | R$ 3.379,47 | 567 |
| Alagoas (AL) | R$ 3.525 | R$ 3.485,81 | 479 |
| Pará (PA) | R$ 3.325 | R$ 3.328,54 | 473 |
| Goiás (GO) | R$ 4.025 | R$ 3.896,02 | 295 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | R$ 4.075 | R$ 4.214,00 | 287 |
| Mato Grosso (MT) | R$ 3.725 | R$ 4.005,57 | 261 |
| Rio Grande do Norte (RN) | R$ 3.075 | R$ 3.299,86 | 164 |
| Maranhão (MA) | R$ 3.275 | R$ 3.311,86 | 158 |
| Ceará (CE) | R$ 3.325 | R$ 3.287,82 | 152 |
| Sergipe (SE) | R$ 2.525 | R$ 2.802,28 | 111 |
| Tocantins (TO) | — | R$ 3.812,98 | 50 |
| Distrito Federal (DF) | — | R$ 3.720,68 | 49 |
| Paraíba (PB) | — | R$ 3.060,87 | 48 |
| Rondônia (RO) | — | R$ 3.023,52 | 36 |
| Amazonas (AM) | — | R$ 4.363,47 | 35 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como caldeireiro (chapas de ferro e aço) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Até 5ª Incompleto | R$ 3.311,69 | 104 | 0,7% |
| 5ª Completo Fundamental | R$ 3.547,32 | 110 | 0,7% |
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 3.547,81 | 383 | 2,4% |
| Fundamental Completo | R$ 3.546,12 | 949 | 6,0% |
| Médio Incompleto | R$ 3.465,12 | 755 | 4,7% |
| Médio Completo | R$ 3.539,24 | 13.429 | 84,2% |
| Superior Incompleto | R$ 3.449,47 | 108 | 0,7% |
| Superior Completo | R$ 3.827,33 | 108 | 0,7% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 2.890,57 | 1.306 |
| 25 a 29 anos | R$ 3.341,19 | 1.683 |
| 30 a 39 anos | R$ 3.566,70 | 4.781 |
| 40 a 49 anos | R$ 3.659,33 | 5.263 |
| 50 anos ou mais | R$ 3.666,41 | 2.946 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 3.538,21 (15.877 admissões) e mulheres com R$ 3.204,77 (110 admissões), uma diferença de 10,4% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Construção: 6.891 contratações.
- Indústrias de Transformação: 6.704 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 1.009 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 468 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 453 contratações.
- Indústrias Extrativas: 148 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 7244-10
- Título oficial
- Caldeireiro (chapas de ferro e aço)
- Família ocupacional
- 7244 — Trabalhadores de Caldeiraria e Serralheria
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para caldeireiro (chapas de ferro e aço)
A CBO registra estes sinônimos para o código 7244-10. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Caldeireiro de manutenção
- Caldeireiro instalador
- Caldeireiro montador
- Caldeireiro serralheiro
- Chapeador montador
- Chapeiro (chapas de ferrro e aço)
- Traçador de caldeiraria
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um caldeireiro (chapas de ferro e aço)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 3.410 por mês e a média R$ 3.535,91. Metade das 15.987 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.950 e R$ 4.090. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de caldeireiro (chapas de ferro e aço)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7244-10, dentro da família ocupacional 7244 — Trabalhadores de Caldeiraria e Serralheria.
- Em qual estado caldeireiro (chapas de ferro e aço) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Amazonas teve o maior salário de admissão: R$ 4.363 (35 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser caldeireiro (chapas de ferro e aço)?
- Entre as pessoas contratadas no período, 0,7% tinham ensino superior completo ou mais e 84,2% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Serralheiro · R$ 2.290
- Funileiro industrial · R$ 2.510
- Caldeireiro (chapas de cobre) · R$ 3.410
- Chapeador · R$ 2.050
- Chapeador de carrocerias metálicas (fabricação) · R$ 2.210
- Chapeador naval · R$ 3.410
- Alimentador de linha de produção · R$ 2.010
- Servente de obras · R$ 1.770
- Motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais) · R$ 2.770
- Pedreiro · R$ 2.610
- Ajudante de motorista · R$ 1.830
- Embalador, a mão · R$ 1.810
Entendendo o salário de caldeireiro (chapas de ferro e aço)
Quanto um caldeireiro (chapas de ferro e aço) ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 3.410 paga a quem é contratado como caldeireiro (chapas de ferro e aço) fica 75% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950 — uma distância grande. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 94% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 3.535,91 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 3.410 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
O que a faixa de R$ 2.950 a R$ 4.090 significa?
Metade das 15.987 contratações de caldeireiro (chapas de ferro e aço) do período ficou entre R$ 2.950 e R$ 4.090. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.950 e um quarto, mais de R$ 4.090. A distância entre as duas pontas é de R$ 1.140 por mês, ou R$ 13.680 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,39 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 3.410, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um caldeireiro (chapas de ferro e aço).
Em que estado vale mais a pena trabalhar como caldeireiro (chapas de ferro e aço)?
Entre os 18 estados com amostra suficiente, Mato Grosso do Sul pagou a maior mediana de admissão a caldeireiro (chapas de ferro e aço): R$ 4.075 em 287 contratações. A menor ficou em Sergipe, com R$ 2.525 em 111 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 61%, ou R$ 1.550 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 4.035 das 15.987 admissões de caldeireiro (chapas de ferro e aço) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 61% vista aqui.
Dá para trabalhar como caldeireiro (chapas de ferro e aço) sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 0,7% das admissões de caldeireiro (chapas de ferro e aço) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 13.429 das 15.946 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 84,2%.
A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 3.311,69 com "Até 5ª Incompleto" a R$ 3.827,33 com "Superior Completo". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de caldeireiro (chapas de ferro e aço) — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.
Em que setores um caldeireiro (chapas de ferro e aço) encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou caldeireiro (chapas de ferro e aço) foi "Construção", com 6.891 admissões, ou 44,0% do total classificado. Somando os três primeiros — Construção, Indústrias de Transformação, Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas — chega-se a 93,2% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como caldeireiro (chapas de ferro e aço): a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,8 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
Por que caldeireiro (chapas de ferro e aço) fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 22.077 admissões e 23.408 desligamentos de caldeireiro (chapas de ferro e aço), um saldo de -1.331 postos formais. O saldo negativo equivale a 6,0% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 22.077 admissões não querem dizer que existam 22.077 pessoas trabalhando como caldeireiro (chapas de ferro e aço) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.