Trabalho e Salários

Operador de trator (minas e pedreiras): quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de operador de trator (minas e pedreiras) no Brasil foi de R$ 2.630 por mês, e a média R$ 2.983,23. O cálculo usa 227 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7112-45.

Salário mediano

R$ 2.630

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.983,23

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 2.310–R$ 3.510

metade das contratações

Amostra

227

contratações no período

Como o salário de operador de trator (minas e pedreiras) se distribui

Distribuição do salário de admissão de operador de trator (minas e pedreiras): metade das contratações entre R$ 2.310 e R$ 3.510, mediana de R$ 2.630A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 2.310) ao terceiro quartil (R$ 3.510). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.630. O ponto escuro é a média, de R$ 2.983,23. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milR$ 4 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2,6 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 227 admissões de operador de trator (minas e pedreiras) em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 44,4 horas semanais.
  • Movimentação no período: 279 admissões e 248 desligamentos, saldo de +31 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: Goiás, com 40 admissões.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como operador de trator (minas e pedreiras). Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 2 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um operador de trator (minas e pedreiras) por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
Goiás (GO)—R$ 2.854,5340
Bahia (BA)—R$ 2.655,3832

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
25 a 29 anosR$ 2.960,9137
30 a 39 anosR$ 3.277,7665
40 a 49 anosR$ 2.943,7455
50 anos ou maisR$ 2.872,8047

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Construção: 98 contratações.
  • Indústrias Extrativas: 37 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 27 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 24 contratações.
  • Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 21 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 12 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
7112-45
Título oficial
Operador de trator (minas e pedreiras)
Família ocupacional
7112 — Família ocupacional 7112

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um operador de trator (minas e pedreiras)?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.630 por mês e a média R$ 2.983,23. Metade das 227 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.310 e R$ 3.510. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de operador de trator (minas e pedreiras)?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7112-45, dentro da família ocupacional 7112 — Família ocupacional 7112.
Em qual estado operador de trator (minas e pedreiras) ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Goiás teve o maior salário de admissão: R$ 2.855 (40 contratações no período).
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de operador de trator (minas e pedreiras)

Quanto um operador de trator (minas e pedreiras) ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 2.630 paga a quem é contratado como operador de trator (minas e pedreiras) fica 35% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 85% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.983,23 está 13% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de operador de trator (minas e pedreiras) bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.

O que a faixa de R$ 2.310 a R$ 3.510 significa?

Metade das 227 contratações de operador de trator (minas e pedreiras) do período ficou entre R$ 2.310 e R$ 3.510. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.310 e um quarto, mais de R$ 3.510. A distância entre as duas pontas é de R$ 1.200 por mês, ou R$ 14.400 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,52 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.630, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um operador de trator (minas e pedreiras).

Em que setores um operador de trator (minas e pedreiras) encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou operador de trator (minas e pedreiras) foi "Construção", com 98 admissões, ou 44,7% do total classificado. Somando os três primeiros — Construção, Indústrias Extrativas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 74,0% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como operador de trator (minas e pedreiras): a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 44,4 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

O mercado de operador de trator (minas e pedreiras) está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 279 admissões e 248 desligamentos de operador de trator (minas e pedreiras), um saldo de +31 postos formais. O saldo positivo equivale a 11,1% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 11 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 279 admissões não querem dizer que existam 279 pessoas trabalhando como operador de trator (minas e pedreiras) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Com que idade se entra na carreira de operador de trator (minas e pedreiras)?

O CAGED não registra anos de experiência, e a idade de quem é contratado é a aproximação possível. Na faixa de 30 a 39 anos estão 31,9% das admissões de operador de trator (minas e pedreiras) — é a idade típica de entrada nesta ocupação.

A diferença entre faixas de idade é pequena: de R$ 2.872,80 em 50 anos ou mais a R$ 3.277,76 em 30 a 39 anos. O salário de entrada de operador de trator (minas e pedreiras) é definido pelo posto, e quase não premia tempo de estrada no momento da admissão.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

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Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

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Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

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CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

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Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.