Trabalho e Salários

Monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno no Brasil foi de R$ 2.010 por mês, e a média R$ 2.035,27. O cálculo usa 8.166 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 9513-15.

Salário mediano

R$ 2.010

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.035,27

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.810–R$ 2.130

metade das contratações

Amostra

8.166

contratações no período

Como o salário de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno se distribui

Distribuição do salário de admissão de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno: metade das contratações entre R$ 1.810 e R$ 2.130, mediana de R$ 2.010A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.810) ao terceiro quartil (R$ 2.130). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.010. O ponto escuro é a média, de R$ 2.035,27. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 8.166 admissões de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 42,5 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 641. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 8.281 admissões e 7.535 desligamentos, saldo de +746 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 3.936 admissões e mediana de R$ 2.125.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de baixo.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 8 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.125R$ 2.169,423.936
Paraná (PR)R$ 1.925R$ 1.959,52820
Minas gerais (MG)R$ 1.775R$ 1.905,41579
Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.875R$ 1.935,08382
Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.925R$ 1.953,70356
Goiás (GO)R$ 1.675R$ 1.841,75318
Santa Catarina (SC)R$ 2.075R$ 2.149,26295
Distrito Federal (DF)R$ 1.725R$ 1.859,96143
Mato Grosso (MT)R$ 1.775R$ 1.868,95140
Espírito Santo (ES)R$ 1.675R$ 1.836,75132
Bahia (BA)R$ 1.675R$ 1.796,60129
Ceará (CE)R$ 1.925R$ 1.936,91126
Pernambuco (PE)R$ 1.775R$ 1.826,12124
Amazonas (AM)R$ 1.675R$ 1.764,78112
Pará (PA)—R$ 1.878,1299
Mato Grosso do Sul (MS)—R$ 1.812,9776
Paraíba (PB)—R$ 1.828,2970
Rondônia (RO)—R$ 1.787,1062
Rio Grande do Norte (RN)—R$ 1.879,9460
Maranhão (MA)—R$ 1.776,3057
Alagoas (AL)—R$ 1.800,6152
Piauí (PI)—R$ 1.712,8030
Mediana do salário de admissão de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno por estado, de R$ 2.125 em São Paulo (SP) a R$ 1.675 em Espírito Santo (ES)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno no período, da maior para a menor.São Paulo (SP)R$ 2.125Santa Catarina (SC)R$ 2.075Paraná (PR)R$ 1.925Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.925Ceará (CE)R$ 1.925Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.875Minas gerais (MG)R$ 1.775Mato Grosso (MT)R$ 1.775Pernambuco (PE)R$ 1.775Distrito Federal (DF)R$ 1.725Goiás (GO)R$ 1.675Espírito Santo (ES)R$ 1.675
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Fundamental CompletoR$ 2.044,701752,2%
Médio IncompletoR$ 1.948,882252,8%
Médio CompletoR$ 2.016,806.76783,7%
Superior IncompletoR$ 2.096,594495,6%
Superior CompletoR$ 2.224,724695,8%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
Até 17 anosR$ 1.824,8933
18 a 24 anosR$ 1.968,772.537
25 a 29 anosR$ 2.014,201.799
30 a 39 anosR$ 2.086,762.310
40 a 49 anosR$ 2.091,181.168
50 anos ou maisR$ 2.128,08311

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.046,07 (4.029 admissões) e mulheres com R$ 2.024,76 (4.137 admissões), uma diferença de 1,1% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 5.737 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 1.019 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 343 contratações.
  • Construção: 245 contratações.
  • Informação e Comunicação: 228 contratações.
  • Outras Atividades de Serviços: 168 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
9513-15
Título oficial
Monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno
Família ocupacional
9513 — Instaladores e Mantenedores de Sistemas Eletroeletrônicos de Segurança

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno

A CBO registra estes sinônimos para o código 9513-15. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Monitor interno de alarmes

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.010 por mês e a média R$ 2.035,27. Metade das 8.166 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.810 e R$ 2.130. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 9513-15, dentro da família ocupacional 9513 — Instaladores e Mantenedores de Sistemas Eletroeletrônicos de Segurança.
Em qual estado monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 2.125 (3.936 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno?
Entre as pessoas contratadas no período, 5,8% tinham ensino superior completo ou mais e 83,7% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno

O salário de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 2.010 paga a quem é contratado como monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno fica a 3% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 53% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.035,27 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.

Por que quase todo monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno entra ganhando o mesmo valor?

Metade das 8.166 contratações de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno do período ficou entre R$ 1.810 e R$ 2.130. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.810 e um quarto, mais de R$ 2.130. A distância entre as duas pontas é de R$ 320 por mês, ou R$ 3.840 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,18 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno. Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.

Onde monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 14 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno: R$ 2.125 em 3.936 contratações. A menor ficou em Amazonas, com R$ 1.675 em 112 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 27%, ou R$ 450 por mês.

São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 27% vista aqui.

Dá para trabalhar como monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 5,8% das admissões de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 6.767 das 8.085 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 83,7%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.948,88 com "Médio Incompleto" a R$ 2.224,72 com "Superior Completo". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno foi "Atividades Administrativas e Serviços Complementares", com 5.737 admissões, ou 74,1% do total classificado. Somando os três primeiros — Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Transporte, Armazenagem e Correio — chega-se a 91,7% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Atividades Administrativas e Serviços Complementares". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 42,5 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

O mercado de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 8.281 admissões e 7.535 desligamentos de monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno, um saldo de +746 postos formais. O saldo positivo equivale a 9,0% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 9 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 8.281 admissões não querem dizer que existam 8.281 pessoas trabalhando como monitor de sistemas eletrônicos de segurança interno no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Jornada contratada

As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.

Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.