Acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) no Brasil foi de R$ 2.190 por mês, e a média R$ 2.151,41. O cálculo usa 2.142 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7663-05.
Salário mediano
R$ 2.190
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.151,41
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.910–R$ 2.350
metade das contratações
Amostra
2.142
contratações no período
Como o salário de acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 42,7 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 496. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 2.608 admissões e 2.516 desligamentos, saldo de +92 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 1.013 admissões e mediana de R$ 2.225.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 2.225 | R$ 2.277,05 | 1.013 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 2.175 | R$ 2.164,19 | 462 |
| Minas gerais (MG) | R$ 1.775 | R$ 1.943,68 | 160 |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 2.225 | R$ 2.187,43 | 145 |
| Paraná (PR) | R$ 1.975 | R$ 2.135,17 | 102 |
| Rio de Janeiro (RJ) | — | R$ 1.813,96 | 48 |
| Ceará (CE) | — | R$ 1.692,31 | 45 |
| Amazonas (AM) | — | R$ 1.815,49 | 36 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.016,74 | 67 | 3,2% |
| Fundamental Completo | R$ 2.154,92 | 131 | 6,3% |
| Médio Incompleto | R$ 2.117,87 | 237 | 11,3% |
| Médio Completo | R$ 2.163,29 | 1.582 | 75,5% |
| Superior Incompleto | R$ 2.075,27 | 49 | 2,3% |
| Superior Completo | R$ 2.085,74 | 30 | 1,4% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 2.083,79 | 697 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.108,28 | 381 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.166,51 | 538 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.277,20 | 354 |
| 50 anos ou mais | R$ 2.244,74 | 154 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.228,26 (1.136 admissões) e mulheres com R$ 2.064,63 (1.006 admissões), uma diferença de 7,9% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 1.327 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 547 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 174 contratações.
- Informação e Comunicação: 73 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 7 contratações.
- Transporte, Armazenagem e Correio: 5 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 7663-05
- Título oficial
- Acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas)
- Família ocupacional
- 7663 — Trabalhadores do Acabamento Gráfico
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.190 por mês e a média R$ 2.151,41. Metade das 2.142 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.910 e R$ 2.350. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7663-05, dentro da família ocupacional 7663 — Trabalhadores do Acabamento Gráfico.
- Em qual estado acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 2.225 (1.013 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas)?
- Entre as pessoas contratadas no período, 1,4% tinham ensino superior completo ou mais e 75,5% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Operador de acabamento (indústria gráfica) · R$ 2.130
- Impressor de corte e vinco · R$ 2.450
- Operador de guilhotina (corte de papel) · R$ 2.510
- Preparador de matrizes de corte e vinco · R$ 2.170
- Alimentador de linha de produção · R$ 2.010
- Servente de obras · R$ 1.770
- Motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais) · R$ 2.770
- Pedreiro · R$ 2.610
- Ajudante de motorista · R$ 1.830
- Embalador, a mão · R$ 1.810
- Carregador (armazém) · R$ 2.010
- Motorista de furgão ou veículo similar · R$ 2.310
Entendendo o salário de acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas)
O salário de acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) está na média do mercado formal?
A mediana de R$ 2.190 paga a quem é contratado como acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) fica a 12% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 70% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.151,41 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.
Por que quase todo acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) entra ganhando o mesmo valor?
Metade das 2.142 contratações de acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) do período ficou entre R$ 1.910 e R$ 2.350. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.910 e um quarto, mais de R$ 2.350. A distância entre as duas pontas é de R$ 440 por mês, ou R$ 5.280 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,23 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas). Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.
Onde acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) ganha mais e onde ganha menos no Brasil?
Entre os 5 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas): R$ 2.225 em 1.013 contratações. A menor ficou em Minas gerais, com R$ 1.775 em 160 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 25%, ou R$ 450 por mês.
São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 25% vista aqui.
Dá para trabalhar como acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 1,4% das admissões de acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 1.582 das 2.096 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 75,5%.
A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.016,74 com "6ª a 9ª Fundamental" a R$ 2.163,29 com "Médio Completo". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.
Quem contrata acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) foi "Indústrias de Transformação", com 1.327 admissões, ou 62,2% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 96,0% das contratações.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 42,7 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.
O mercado de acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) está abrindo vagas?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 2.608 admissões e 2.516 desligamentos de acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas), um saldo de +92 postos formais. O saldo positivo equivale a 3,5% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 4 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 2.608 admissões não querem dizer que existam 2.608 pessoas trabalhando como acabador de embalagens (flexíveis e cartotécnicas) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Jornada contratada
As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.
Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Grau de instrução
A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.