Trabalho e Salários

Trabalhador da manutenção de edificações: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de trabalhador da manutenção de edificações no Brasil foi de R$ 1.930 por mês, e a média R$ 2.108,53. O cálculo usa 69.443 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 5143-25.

Salário mediano

R$ 1.930

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.108,53

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.710–R$ 2.390

metade das contratações

Amostra

69.443

contratações no período

Como o salário de trabalhador da manutenção de edificações se distribui

Distribuição do salário de admissão de trabalhador da manutenção de edificações: metade das contratações entre R$ 1.710 e R$ 2.390, mediana de R$ 1.930A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.710) ao terceiro quartil (R$ 2.390). A linha grossa é a mediana, de R$ 1.930. O ponto escuro é a média, de R$ 2.108,53. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 1,9 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 69.443 admissões de trabalhador da manutenção de edificações em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,3 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 692. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 75.268 admissões e 68.806 desligamentos, saldo de +6.462 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 20.383 admissões e mediana de R$ 2.175.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como trabalhador da manutenção de edificações. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de baixo.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. Recortes com menos contratações ficam em branco em vez de mostrar uma média instável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um trabalhador da manutenção de edificações por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.175R$ 2.280,1820.383
Paraná (PR)R$ 2.425R$ 2.333,077.929
Minas gerais (MG)R$ 1.875R$ 2.102,966.736
Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.875R$ 2.102,945.878
Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.875R$ 2.033,832.622
Santa Catarina (SC)R$ 2.125R$ 2.176,212.590
Espírito Santo (ES)R$ 1.725R$ 1.942,482.407
Bahia (BA)R$ 1.675R$ 1.922,652.373
Goiás (GO)R$ 1.725R$ 1.971,862.184
Pará (PA)R$ 1.725R$ 1.922,771.700
Distrito Federal (DF)R$ 1.875R$ 1.993,591.664
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 1.825R$ 1.944,221.608
Mato Grosso (MT)R$ 1.775R$ 2.005,851.368
Pernambuco (PE)R$ 1.725R$ 1.873,871.345
Ceará (CE)R$ 1.675R$ 1.822,551.329
Maranhão (MA)R$ 1.675R$ 1.821,741.086
Amazonas (AM)R$ 1.725R$ 1.864,32970
Paraíba (PB)R$ 1.625R$ 1.719,47822
Rio Grande do Norte (RN)R$ 1.625R$ 1.718,58722
Rondônia (RO)R$ 1.775R$ 1.884,94624
Alagoas (AL)R$ 1.675R$ 1.747,73597
Piauí (PI)R$ 1.625R$ 1.670,34543
Acre (AC)R$ 1.675R$ 1.776,45456
Roraima (RR)R$ 1.625R$ 1.699,54448
Sergipe (SE)R$ 1.625R$ 1.714,90447
Tocantins (TO)R$ 1.675R$ 1.826,33405
Amapá (AP)R$ 1.625R$ 1.744,41196
Mediana do salário de admissão de trabalhador da manutenção de edificações por estado, de R$ 2.425 em Paraná (PR) a R$ 1.725 em Goiás (GO)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de trabalhador da manutenção de edificações no período, da maior para a menor.Paraná (PR)R$ 2.425São Paulo (SP)R$ 2.175Santa Catarina (SC)R$ 2.125Minas gerais (MG)R$ 1.875Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.875Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.875Distrito Federal (DF)R$ 1.875Mato Grosso do Sul (MS)R$ 1.825Mato Grosso (MT)R$ 1.775Rondônia (RO)R$ 1.775Espírito Santo (ES)R$ 1.725Goiás (GO)R$ 1.725
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como trabalhador da manutenção de edificações no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
AnalfabetoR$ 2.081,114530,7%
Até 5ª IncompletoR$ 2.074,351.8132,6%
5ª Completo FundamentalR$ 2.085,311.1051,6%
6ª a 9ª FundamentalR$ 2.003,284.3256,2%
Fundamental CompletoR$ 2.131,798.15611,7%
Médio IncompletoR$ 2.022,065.4987,9%
Médio CompletoR$ 2.113,0746.39966,8%
Superior IncompletoR$ 2.373,107841,1%
Superior CompletoR$ 2.545,888541,2%
Pós-Graduação completaR$ 3.187,58460,1%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
Até 17 anosR$ 1.778,94262
18 a 24 anosR$ 2.001,2713.614
25 a 29 anosR$ 2.061,239.810
30 a 39 anosR$ 2.138,0218.155
40 a 49 anosR$ 2.168,8416.232
50 anos ou maisR$ 2.155,7011.232

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.209,78 (51.711 admissões) e mulheres com R$ 1.813,25 (17.732 admissões), uma diferença de 21,9% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 24.058 contratações.
  • Construção: 13.501 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 6.849 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 5.440 contratações.
  • Alojamento e Alimentação: 3.575 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 2.806 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
5143-25
Título oficial
Trabalhador da manutenção de edificações
Família ocupacional
5143 — Trabalhadores nos Serviços de Manutenção de Edificações

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para trabalhador da manutenção de edificações

A CBO registra estes sinônimos para o código 5143-25. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Auxiliar de conservação de barragens
  • Auxiliar de conservação de obras civis
  • Auxiliar de manutenção de edifícios
  • Oficial de manutenção
  • Oficial de manutenção predial
  • Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações
  • Trabalhador de manutenção de edifícios
  • Trabalhador na conservação de edifícios

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um trabalhador da manutenção de edificações?
Na contratação, a mediana foi de R$ 1.930 por mês e a média R$ 2.108,53. Metade das 69.443 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.710 e R$ 2.390. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de trabalhador da manutenção de edificações?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 5143-25, dentro da família ocupacional 5143 — Trabalhadores nos Serviços de Manutenção de Edificações.
Em qual estado trabalhador da manutenção de edificações ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Paraná teve o maior salário de admissão: R$ 2.425 (7.929 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser trabalhador da manutenção de edificações?
Entre as pessoas contratadas no período, 1,3% tinham ensino superior completo ou mais e 66,8% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de trabalhador da manutenção de edificações

O salário de trabalhador da manutenção de edificações está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 1.930 paga a quem é contratado como trabalhador da manutenção de edificações fica a 1% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 45% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.108,53 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 1.930 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

O que a faixa de R$ 1.710 a R$ 2.390 significa?

Metade das 69.443 contratações de trabalhador da manutenção de edificações do período ficou entre R$ 1.710 e R$ 2.390. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.710 e um quarto, mais de R$ 2.390. A distância entre as duas pontas é de R$ 680 por mês, ou R$ 8.160 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,4 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 1.930, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um trabalhador da manutenção de edificações.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como trabalhador da manutenção de edificações?

Entre os 27 estados com amostra suficiente, Paraná pagou a maior mediana de admissão a trabalhador da manutenção de edificações: R$ 2.425 em 7.929 contratações. A menor ficou em Amapá, com R$ 1.625 em 196 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 49%, ou R$ 800 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 20.383 das 69.443 admissões de trabalhador da manutenção de edificações no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 49% vista aqui.

Dá para trabalhar como trabalhador da manutenção de edificações sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 1,3% das admissões de trabalhador da manutenção de edificações foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 46.399 das 69.433 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 66,8%.

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Pós-Graduação completa" recebeu em média R$ 3.187,58, contra R$ 2.003,28 de quem entrou com "6ª a 9ª Fundamental" — 59% de diferença. A CBO em si não exige diploma para trabalhador da manutenção de edificações; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Em que setores um trabalhador da manutenção de edificações encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou trabalhador da manutenção de edificações foi "Atividades Administrativas e Serviços Complementares", com 24.058 admissões, ou 42,8% do total classificado. Somando os três primeiros — Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Construção, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 79,0% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como trabalhador da manutenção de edificações: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,3 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

O mercado de trabalhador da manutenção de edificações está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 75.268 admissões e 68.806 desligamentos de trabalhador da manutenção de edificações, um saldo de +6.462 postos formais. O saldo positivo equivale a 8,6% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 9 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 75.268 admissões não querem dizer que existam 75.268 pessoas trabalhando como trabalhador da manutenção de edificações no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

Ver no glossário completo

Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

Ver no glossário completo

Jornada contratada

As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.

Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.