Trabalho e Salários

Sócioeducador: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de sócioeducador no Brasil foi de R$ 2.150 por mês, e a média R$ 2.070,94. O cálculo usa 1.834 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 5153-25.

Salário mediano

R$ 2.150

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.070,94

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.850–R$ 2.490

metade das contratações

Amostra

1.834

contratações no período

Como o salário de sócioeducador se distribui

Distribuição do salário de admissão de sócioeducador: metade das contratações entre R$ 1.850 e R$ 2.490, mediana de R$ 2.150A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.850) ao terceiro quartil (R$ 2.490). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.150. O ponto escuro é a média, de R$ 2.070,94. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2,2 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 1.834 admissões de sócioeducador em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 40,2 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 508. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 1.856 admissões e 1.438 desligamentos, saldo de +418 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 582 admissões e mediana de R$ 2.025.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como sócioeducador. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no meio da tabela.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 5 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um sócioeducador por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.025R$ 2.114,82582
Minas gerais (MG)R$ 2.175R$ 2.387,08418
Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.325R$ 2.205,03268
Alagoas (AL)R$ 25R$ 81,53148
Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.025R$ 2.240,34112
Bahia (BA)—R$ 1.797,1467
Santa Catarina (SC)—R$ 2.311,2764
Paraná (PR)—R$ 2.840,0060
Ceará (CE)—R$ 2.515,9233
Goiás (GO)—R$ 2.622,2333
Mediana do salário de admissão de sócioeducador por estado, de R$ 2.325 em Rio de Janeiro (RJ) a R$ 25 em Alagoas (AL)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de sócioeducador no período, da maior para a menor.Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.325Minas gerais (MG)R$ 2.175São Paulo (SP)R$ 2.025Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.025Alagoas (AL)R$ 25
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como sócioeducador no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Médio CompletoR$ 1.944,881.23768,9%
Superior IncompletoR$ 2.179,841719,5%
Superior CompletoR$ 2.420,2035719,9%
Pós-Graduação completaR$ 3.038,91311,7%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 2.104,54314
25 a 29 anosR$ 2.182,30272
30 a 39 anosR$ 2.091,49564
40 a 49 anosR$ 2.008,32475
50 anos ou maisR$ 1.960,77208

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.261,19 (688 admissões) e mulheres com R$ 1.956,72 (1.146 admissões), uma diferença de 15,6% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Outras Atividades de Serviços: 560 contratações.
  • Saúde Humana e Serviços Sociais: 545 contratações.
  • Educação: 317 contratações.
  • Administração Pública, Defesa e Seguridade Social: 173 contratações.
  • Construção: 153 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 73 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
5153-25
Título oficial
Sócioeducador
Família ocupacional
5153 — Família ocupacional 5153

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para sócioeducador

A CBO registra estes sinônimos para o código 5153-25. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Agente de apoio socioeducativo
  • Agente de segurança socioeducativa
  • Agente educacional
  • Atendente de reintegração social

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um sócioeducador?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.150 por mês e a média R$ 2.070,94. Metade das 1.834 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.850 e R$ 2.490. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de sócioeducador?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 5153-25, dentro da família ocupacional 5153 — Família ocupacional 5153.
Em qual estado sócioeducador ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Paraná teve o maior salário de admissão: R$ 2.840 (60 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser sócioeducador?
Entre as pessoas contratadas no período, 21,6% tinham ensino superior completo ou mais e 68,9% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de sócioeducador

O salário de sócioeducador está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 2.150 paga a quem é contratado como sócioeducador fica a 10% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 70% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.070,94 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de sócioeducador se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.

O que a faixa de R$ 1.850 a R$ 2.490 significa?

Metade das 1.834 contratações de sócioeducador do período ficou entre R$ 1.850 e R$ 2.490. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.850 e um quarto, mais de R$ 2.490. A distância entre as duas pontas é de R$ 640 por mês, ou R$ 7.680 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,35 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.150, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um sócioeducador.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como sócioeducador?

Entre os 5 estados com amostra suficiente, Rio de Janeiro pagou a maior mediana de admissão a sócioeducador: R$ 2.325 em 268 contratações. A menor ficou em Alagoas, com R$ 25 em 148 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 9.200%, ou R$ 2.300 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 582 das 1.834 admissões de sócioeducador no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 9.200% vista aqui.

Que escolaridade o mercado exige de um sócioeducador?

O mercado de sócioeducador é misto: 21,6% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Médio Completo" (1.237 de 1.796 contratações classificadas).

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Pós-Graduação completa" recebeu em média R$ 3.038,91, contra R$ 1.944,88 de quem entrou com "Médio Completo" — 56% de diferença. A CBO em si não exige diploma para sócioeducador; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Em que setores um sócioeducador encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou sócioeducador foi "Outras Atividades de Serviços", com 560 admissões, ou 30,8% do total classificado. Somando os três primeiros — Outras Atividades de Serviços, Saúde Humana e Serviços Sociais, Educação — chega-se a 78,1% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como sócioeducador: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 40,2 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

O mercado de sócioeducador está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 1.856 admissões e 1.438 desligamentos de sócioeducador, um saldo de +418 postos formais. O saldo positivo equivale a 22,5% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 23 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 1.856 admissões não querem dizer que existam 1.856 pessoas trabalhando como sócioeducador no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

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Jornada contratada

As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.

Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).

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CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

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Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.