Trabalho e Salários

Personal trainer: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de personal trainer no Brasil foi de R$ 2.110 por mês, e a média R$ 2.937,31. O cálculo usa 10.615 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). Na CBO a profissão não tem um código único: ela se divide em 7 ocupações, somadas aqui.

Família dos profissionais da educação física. Boa parte do mercado é autônoma e não aparece no emprego formal.

Salário mediano

R$ 2.110

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.937,31

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.630–R$ 2.970

metade das contratações

Amostra

10.615

contratações no período

Como o salário de personal trainer se distribui

Distribuição do salário de admissão de personal trainer: metade das contratações entre R$ 1.630 e R$ 2.970, mediana de R$ 2.110A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.630) ao terceiro quartil (R$ 2.970). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.110. O ponto escuro é a média, de R$ 2.937,31. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milR$ 4 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2,1 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 10.615 admissões de personal trainer em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 34,1 horas semanais.
  • Movimentação no período: 27.794 admissões e 22.456 desligamentos, saldo de +5.338 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 2.268 admissões e mediana de R$ 2.625.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como personal trainer. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 6 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um personal trainer por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.625R$ 3.541,102.268
Minas gerais (MG)R$ 1.975R$ 2.840,071.541
Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.025R$ 3.750,861.118
Santa Catarina (SC)R$ 2.275R$ 2.472,11973
Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.325R$ 2.799,79800
Paraná (PR)R$ 2.275R$ 2.659,13672
Ceará (CE)R$ 1.625R$ 2.401,80379
Goiás (GO)R$ 2.125R$ 3.367,99355
Pernambuco (PE)R$ 1.625R$ 2.564,35292
Pará (PA)R$ 2.025R$ 2.865,29290
Bahia (BA)R$ 2.025R$ 2.330,13247
Distrito Federal (DF)R$ 4.225R$ 3.298,85209
Espírito Santo (ES)R$ 1.875R$ 1.983,47193
Mato Grosso (MT)R$ 2.325R$ 2.812,60183
Maranhão (MA)R$ 1.625R$ 1.766,97136
Piauí (PI)R$ 1.825R$ 2.001,22127
Rio Grande do Norte (RN)R$ 1.725R$ 1.921,58125
Amazonas (AM)R$ 1.625R$ 1.872,42112
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 2.225R$ 2.455,07111
Sergipe (SE)R$ 1.625R$ 2.042,74110
Alagoas (AL)—R$ 2.406,5187
Rondônia (RO)—R$ 1.920,1082
Paraíba (PB)—R$ 3.462,8057
Acre (AC)—R$ 1.891,7650
Amapá (AP)—R$ 1.715,7439
Roraima (RR)—R$ 2.158,9336
Mediana do salário de admissão de personal trainer por estado, de R$ 4.225 em Distrito Federal (DF) a R$ 1.975 em Minas gerais (MG)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de personal trainer no período, da maior para a menor.Distrito Federal (DF)R$ 4.225São Paulo (SP)R$ 2.625Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.325Mato Grosso (MT)R$ 2.325Santa Catarina (SC)R$ 2.275Paraná (PR)R$ 2.275Mato Grosso do Sul (MS)R$ 2.225Goiás (GO)R$ 2.125Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.025Pará (PA)R$ 2.025Bahia (BA)R$ 2.025Minas gerais (MG)R$ 1.975
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como personal trainer no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Fundamental CompletoR$ 2.626,35350,3%
Médio IncompletoR$ 2.196,23420,4%
Médio CompletoR$ 3.212,432.75426,1%
Superior IncompletoR$ 2.185,186085,8%
Superior CompletoR$ 2.809,826.71063,5%
MestradoR$ 5.002,47340,3%
Pós-Graduação completaR$ 3.663,213803,6%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 2.152,091.501
25 a 29 anosR$ 2.401,802.607
30 a 39 anosR$ 2.813,653.728
40 a 49 anosR$ 3.790,712.061
50 anos ou maisR$ 4.931,54669

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 3.226,64 (7.104 admissões) e mulheres com R$ 2.351,88 (3.511 admissões), uma diferença de 37,2% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Artes, Cultura, Esporte e Recreação: 7.196 contratações.
  • Outras Atividades de Serviços: 1.211 contratações.
  • Educação: 952 contratações.
  • Saúde Humana e Serviços Sociais: 687 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 266 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 111 contratações.

Como a CBO classifica essa profissão

Profissão
Personal trainer
Ocupações da CBO somadas
7

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Ocupações da CBO somadas nesta página

Cada uma tem página própria, com o salário calculado só para aquele código.

OcupaçãoCBOMedianaContratações
Preparador físico2241-20R$ 2.0105.071
Profissional de educação física na saúde2241-40R$ 2.3102.035
Técnico de desporto individual e coletivo (exceto futebol)2241-25R$ 2.4101.687
Treinador profissional de futebol2241-35R$ 2.750839
Avaliador físico2241-05R$ 2.110650
Preparador de atleta2241-15R$ 2.510232
Ludomotricista2241-10R$ 2.53072

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um personal trainer?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.110 por mês e a média R$ 2.937,31. Metade das 10.615 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.630 e R$ 2.970. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de personal trainer?
A CBO não tem um código único para personal trainer: a profissão se divide em 7 ocupações. As mais usadas são 2241-20 (Preparador físico), 2241-40 (Profissional de educação física na saúde), 2241-25 (Técnico de desporto individual e coletivo (exceto futebol)), 2241-35 (Treinador profissional de futebol).
Em qual estado personal trainer ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Distrito Federal teve o maior salário de admissão: R$ 4.225 (209 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser personal trainer?
Entre as pessoas contratadas no período, 67,4% tinham ensino superior completo ou mais e 26,1% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de personal trainer

O salário de personal trainer está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 2.110 paga a quem é contratado como personal trainer fica a 8% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 68% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.937,31 está 39% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de personal trainer bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.

Por que o salário de personal trainer varia tanto de um contrato para o outro?

Metade das 10.615 contratações de personal trainer do período ficou entre R$ 1.630 e R$ 2.970. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.630 e um quarto, mais de R$ 2.970. A distância entre as duas pontas é de R$ 1.340 por mês, ou R$ 16.080 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

O terceiro quartil é 1,8 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de personal trainer está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como personal trainer?

Entre os 20 estados com amostra suficiente, Distrito Federal pagou a maior mediana de admissão a personal trainer: R$ 4.225 em 209 contratações. A menor ficou em Sergipe, com R$ 1.625 em 110 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 160%, ou R$ 2.600 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 2.268 das 10.615 admissões de personal trainer no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 160% vista aqui.

Que escolaridade o mercado exige de um personal trainer?

O mercado de personal trainer é misto: 67,4% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Superior Completo" (6.710 de 10.563 contratações classificadas).

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Mestrado" recebeu em média R$ 5.002,47, contra R$ 2.185,18 de quem entrou com "Superior Incompleto" — 129% de diferença. A CBO em si não exige diploma para personal trainer; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Quem contrata personal trainer é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou personal trainer foi "Artes, Cultura, Esporte e Recreação", com 7.196 admissões, ou 69,0% do total classificado. Somando os três primeiros — Artes, Cultura, Esporte e Recreação, Outras Atividades de Serviços, Educação — chega-se a 89,8% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de personal trainer tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Artes, Cultura, Esporte e Recreação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 34,1 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

O mercado de personal trainer está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 27.794 admissões e 22.456 desligamentos de personal trainer, um saldo de +5.338 postos formais. O saldo positivo equivale a 19,2% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 19 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 27.794 admissões não querem dizer que existam 27.794 pessoas trabalhando como personal trainer no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Grande grupo

O primeiro nível da CBO, indicado pelo primeiro dígito do código: dez agrupamentos que vão dos membros das forças armadas aos trabalhadores de manutenção e reparação. É o recorte mais largo da classificação.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

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Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.