Trabalho e Salários

Operador de serras (usinagem de madeira): quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de operador de serras (usinagem de madeira) no Brasil foi de R$ 1.910 por mês, e a média R$ 2.010,57. O cálculo usa 1.070 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7733-40.

Salário mediano

R$ 1.910

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.010,57

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.750–R$ 2.130

metade das contratações

Amostra

1.070

contratações no período

Como o salário de operador de serras (usinagem de madeira) se distribui

Distribuição do salário de admissão de operador de serras (usinagem de madeira): metade das contratações entre R$ 1.750 e R$ 2.130, mediana de R$ 1.910A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.750) ao terceiro quartil (R$ 2.130). A linha grossa é a mediana, de R$ 1.910. O ponto escuro é a média, de R$ 2.010,57. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 1,9 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 1.070 admissões de operador de serras (usinagem de madeira) em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,8 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 716. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 1.113 admissões e 1.079 desligamentos, saldo de +34 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: Rio Grande do Sul, com 232 admissões e mediana de R$ 1.875.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como operador de serras (usinagem de madeira). Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de baixo.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 4 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um operador de serras (usinagem de madeira) por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.875R$ 1.922,86232
Minas gerais (MG)R$ 1.725R$ 1.839,46179
São Paulo (SP)R$ 2.125R$ 2.154,53164
Santa Catarina (SC)R$ 2.075R$ 2.297,63159
Espírito Santo (ES)—R$ 1.807,6870
Pará (PA)—R$ 1.854,7755
Paraná (PR)—R$ 2.412,9751
Mato Grosso (MT)—R$ 2.087,9737
Mediana do salário de admissão de operador de serras (usinagem de madeira) por estado, de R$ 2.125 em São Paulo (SP) a R$ 1.725 em Minas gerais (MG)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de operador de serras (usinagem de madeira) no período, da maior para a menor.São Paulo (SP)R$ 2.125Santa Catarina (SC)R$ 2.075Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.875Minas gerais (MG)R$ 1.725
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como operador de serras (usinagem de madeira) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Até 5ª IncompletoR$ 2.034,80353,4%
6ª a 9ª FundamentalR$ 2.000,85838,0%
Fundamental CompletoR$ 1.997,0111411,0%
Médio IncompletoR$ 2.011,5012211,7%
Médio CompletoR$ 2.013,2568666,0%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 1.941,89315
25 a 29 anosR$ 2.037,30183
30 a 39 anosR$ 2.039,67290
40 a 49 anosR$ 2.052,63167
50 anos ou maisR$ 2.033,66107

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.014,37 (1.004 admissões) e mulheres com R$ 1.952,80 (66 admissões), uma diferença de 3,2% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 785 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 184 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 52 contratações.
  • Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 24 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 14 contratações.
  • Construção: 8 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
7733-40
Título oficial
Operador de serras (usinagem de madeira)
Família ocupacional
7733 — Operadores de Usinagem Convencional de Madeira

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para operador de serras (usinagem de madeira)

A CBO registra estes sinônimos para o código 7733-40. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Ajudante de operador de serra
  • Ajudante de serrador
  • Oficial de serra
  • Serrador (usinagem da madeira)

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um operador de serras (usinagem de madeira)?
Na contratação, a mediana foi de R$ 1.910 por mês e a média R$ 2.010,57. Metade das 1.070 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.750 e R$ 2.130. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de operador de serras (usinagem de madeira)?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7733-40, dentro da família ocupacional 7733 — Operadores de Usinagem Convencional de Madeira.
Em qual estado operador de serras (usinagem de madeira) ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Paraná teve o maior salário de admissão: R$ 2.413 (51 contratações no período).
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de operador de serras (usinagem de madeira)

O salário de operador de serras (usinagem de madeira) está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 1.910 paga a quem é contratado como operador de serras (usinagem de madeira) fica a 2% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 44% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.010,57 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 1.910 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

Por que quase todo operador de serras (usinagem de madeira) entra ganhando o mesmo valor?

Metade das 1.070 contratações de operador de serras (usinagem de madeira) do período ficou entre R$ 1.750 e R$ 2.130. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.750 e um quarto, mais de R$ 2.130. A distância entre as duas pontas é de R$ 380 por mês, ou R$ 4.560 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,22 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de operador de serras (usinagem de madeira). Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.

Onde operador de serras (usinagem de madeira) ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 4 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a operador de serras (usinagem de madeira): R$ 2.125 em 164 contratações. A menor ficou em Minas gerais, com R$ 1.725 em 179 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 23%, ou R$ 400 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: Rio Grande do Sul respondeu por 232 das 1.070 admissões de operador de serras (usinagem de madeira) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 23% vista aqui.

Dá para trabalhar como operador de serras (usinagem de madeira) sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 0,0% das admissões de operador de serras (usinagem de madeira) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 686 das 1.040 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 66,0%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.997,01 com "Fundamental Completo" a R$ 2.034,80 com "Até 5ª Incompleto". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de operador de serras (usinagem de madeira) — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata operador de serras (usinagem de madeira) é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou operador de serras (usinagem de madeira) foi "Indústrias de Transformação", com 785 admissões, ou 73,6% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 95,7% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de operador de serras (usinagem de madeira) tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,8 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

O mercado de operador de serras (usinagem de madeira) está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 1.113 admissões e 1.079 desligamentos de operador de serras (usinagem de madeira), um saldo de +34 postos formais. O saldo positivo equivale a 3,1% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 3 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 1.113 admissões não querem dizer que existam 1.113 pessoas trabalhando como operador de serras (usinagem de madeira) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

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Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.