Motofretista: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de motofretista no Brasil foi de R$ 1.710 por mês, e a média R$ 1.782,79. O cálculo usa 42.991 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 5191-10.
Salário mediano
R$ 1.710
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 1.782,79
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.630–R$ 1.830
metade das contratações
Amostra
42.991
contratações no período
Como o salário de motofretista se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,4 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 864. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 45.636 admissões e 46.701 desligamentos, saldo de -1.065 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 9.702 admissões e mediana de R$ 1.825.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um motofretista por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 1.825 | R$ 1.922,12 | 9.702 |
| Minas gerais (MG) | R$ 1.725 | R$ 1.771,96 | 5.306 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 1.675 | R$ 1.673,61 | 5.033 |
| Goiás (GO) | R$ 1.625 | R$ 1.725,28 | 3.696 |
| Ceará (CE) | R$ 1.625 | R$ 1.657,09 | 2.584 |
| Paraná (PR) | R$ 2.025 | R$ 1.953,97 | 1.962 |
| Mato Grosso (MT) | R$ 1.725 | R$ 1.810,23 | 1.659 |
| Pernambuco (PE) | R$ 1.675 | R$ 1.739,20 | 1.330 |
| Espírito Santo (ES) | R$ 1.675 | R$ 1.699,72 | 1.320 |
| Distrito Federal (DF) | R$ 1.675 | R$ 1.691,08 | 1.112 |
| Pará (PA) | R$ 1.625 | R$ 1.738,75 | 1.094 |
| Bahia (BA) | R$ 1.625 | R$ 1.668,82 | 1.080 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 2.075 | R$ 2.019,02 | 948 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | R$ 1.875 | R$ 1.856,07 | 893 |
| Amazonas (AM) | R$ 1.625 | R$ 1.669,94 | 795 |
| Alagoas (AL) | R$ 1.625 | R$ 1.639,46 | 620 |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 1.875 | R$ 1.882,05 | 573 |
| Maranhão (MA) | R$ 1.675 | R$ 1.686,16 | 571 |
| Rio Grande do Norte (RN) | R$ 1.625 | R$ 1.657,86 | 510 |
| Rondônia (RO) | R$ 1.775 | R$ 1.776,99 | 481 |
| Tocantins (TO) | R$ 1.675 | R$ 1.727,62 | 389 |
| Paraíba (PB) | R$ 1.675 | R$ 1.662,94 | 335 |
| Piauí (PI) | R$ 1.625 | R$ 1.658,64 | 317 |
| Sergipe (SE) | R$ 1.625 | R$ 1.636,19 | 239 |
| Acre (AC) | R$ 1.625 | R$ 1.647,27 | 208 |
| Roraima (RR) | R$ 1.625 | R$ 1.640,07 | 125 |
| Amapá (AP) | — | R$ 1.634,77 | 89 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como motofretista no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Analfabeto | R$ 1.763,68 | 53 | 0,1% |
| Até 5ª Incompleto | R$ 1.757,19 | 205 | 0,5% |
| 5ª Completo Fundamental | R$ 1.789,85 | 177 | 0,4% |
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 1.789,48 | 751 | 1,7% |
| Fundamental Completo | R$ 1.797,35 | 1.866 | 4,3% |
| Médio Incompleto | R$ 1.792,86 | 2.617 | 6,1% |
| Médio Completo | R$ 1.780,79 | 36.324 | 84,5% |
| Superior Incompleto | R$ 1.808,21 | 590 | 1,4% |
| Superior Completo | R$ 1.791,67 | 395 | 0,9% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| Até 17 anos | R$ 1.696,22 | 36 |
| 18 a 24 anos | R$ 1.769,28 | 11.166 |
| 25 a 29 anos | R$ 1.779,90 | 10.335 |
| 30 a 39 anos | R$ 1.790,97 | 13.108 |
| 40 a 49 anos | R$ 1.789,48 | 6.311 |
| 50 anos ou mais | R$ 1.803,76 | 1.970 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 1.782,92 (41.796 admissões) e mulheres com R$ 1.778,32 (1.195 admissões), praticamente sem diferença.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 23.472 contratações.
- Transporte, Armazenagem e Correio: 7.024 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 5.598 contratações.
- Alojamento e Alimentação: 3.386 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 1.312 contratações.
- Indústrias de Transformação: 999 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 5191-10
- Título oficial
- Motofretista
- Família ocupacional
- 5191 — Motociclistas e Ciclistas de Entregas Rápidas
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um motofretista?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 1.710 por mês e a média R$ 1.782,79. Metade das 42.991 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.630 e R$ 1.830. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de motofretista?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 5191-10, dentro da família ocupacional 5191 — Motociclistas e Ciclistas de Entregas Rápidas.
- Em qual estado motofretista ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 2.075 (948 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser motofretista?
- Entre as pessoas contratadas no período, 0,9% tinham ensino superior completo ou mais e 84,5% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Ciclista mensageiro · R$ 1.790
- Mototaxista · R$ 1.670
- Faxineiro · R$ 1.790
- Vendedor de comércio varejista · R$ 1.830
- Atendente de lojas e mercados · R$ 1.810
- Auxiliar nos serviços de alimentação · R$ 1.830
- Repositor de mercadorias · R$ 1.830
- Atendente de lanchonete · R$ 1.770
- Cozinheiro geral · R$ 1.930
- Porteiro de edifícios · R$ 2.030
- Promotor de vendas · R$ 1.830
- Frentista · R$ 1.730
Entendendo o salário de motofretista
Por que o salário de motofretista fica abaixo da mediana do país?
A mediana de R$ 1.710 paga a quem é contratado como motofretista fica 12% abaixo da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 2% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 1.782,79 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 1.710 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
Por que quase todo motofretista entra ganhando o mesmo valor?
Metade das 42.991 contratações de motofretista do período ficou entre R$ 1.630 e R$ 1.830. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.630 e um quarto, mais de R$ 1.830. A distância entre as duas pontas é de R$ 200 por mês, ou R$ 2.400 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,12 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de motofretista. Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.
Onde motofretista ganha mais e onde ganha menos no Brasil?
Entre os 26 estados com amostra suficiente, Santa Catarina pagou a maior mediana de admissão a motofretista: R$ 2.075 em 948 contratações. A menor ficou em Roraima, com R$ 1.625 em 125 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 28%, ou R$ 450 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 9.702 das 42.991 admissões de motofretista no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 28% vista aqui.
Dá para trabalhar como motofretista sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 0,9% das admissões de motofretista foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 36.324 das 42.978 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 84,5%.
A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.757,19 com "Até 5ª Incompleto" a R$ 1.808,21 com "Superior Incompleto". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de motofretista — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.
Em que setores um motofretista encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou motofretista foi "Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas", com 23.472 admissões, ou 56,2% do total classificado. Somando os três primeiros — Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Transporte, Armazenagem e Correio, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 86,4% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como motofretista: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,4 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.
Por que motofretista fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 45.636 admissões e 46.701 desligamentos de motofretista, um saldo de -1.065 postos formais. O saldo negativo equivale a 2,3% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 45.636 admissões não querem dizer que existam 45.636 pessoas trabalhando como motofretista no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Jornada contratada
As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.
Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.