Trabalho e Salários

Instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia no Brasil foi de R$ 1.790 por mês, e a média R$ 1.923,07. O cálculo usa 1.038 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7313-05.

Salário mediano

R$ 1.790

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 1.923,07

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.630–R$ 2.070

metade das contratações

Amostra

1.038

contratações no período

Como o salário de instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia se distribui

Distribuição do salário de admissão de instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia: metade das contratações entre R$ 1.630 e R$ 2.070, mediana de R$ 1.790A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.630) ao terceiro quartil (R$ 2.070). A linha grossa é a mediana, de R$ 1.790. O ponto escuro é a média, de R$ 1.923,07. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 1,8 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 1.038 admissões de instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 44 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 832. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 1.053 admissões e 1.160 desligamentos, saldo de -107 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 279 admissões e mediana de R$ 2.025.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de baixo.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 9 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.025R$ 2.154,90279
Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.775R$ 1.853,06127
Minas gerais (MG)—R$ 1.902,8495
Espírito Santo (ES)—R$ 1.818,0879
Rio de Janeiro (RJ)—R$ 1.860,1668
Goiás (GO)—R$ 1.742,5955
Pernambuco (PE)—R$ 1.668,2245
Bahia (BA)—R$ 1.829,9141
Santa Catarina (SC)—R$ 2.088,5441
Paraná (PR)—R$ 1.985,8137
Ceará (CE)—R$ 1.774,8633

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Médio IncompletoR$ 1.849,67585,9%
Médio CompletoR$ 1.913,2988290,5%
Superior IncompletoR$ 1.935,15353,6%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 1.793,78320
25 a 29 anosR$ 1.873,14258
30 a 39 anosR$ 1.993,79302
40 a 49 anosR$ 2.145,96119
50 anos ou maisR$ 2.132,2034

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Informação e Comunicação: 621 contratações.
  • Construção: 206 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 80 contratações.
  • Outras Atividades de Serviços: 61 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 44 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 13 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
7313-05
Título oficial
Instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia
Família ocupacional
7313 — Instaladores-reparadores de Linhas e Equipamentos de Telecomunicações

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia

A CBO registra estes sinônimos para o código 7313-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Especialista em linha de transmissão
  • Instalador de centrais telefônicas
  • Instalador de equipamentos de comunicação
  • Instalador de estações telefônicas
  • Instalador reparador de central
  • Montador de centrais telefônicas

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia?
Na contratação, a mediana foi de R$ 1.790 por mês e a média R$ 1.923,07. Metade das 1.038 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.630 e R$ 2.070. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7313-05, dentro da família ocupacional 7313 — Instaladores-reparadores de Linhas e Equipamentos de Telecomunicações.
Em qual estado instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 2.089 (41 contratações no período).
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia

O salário de instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 1.790 paga a quem é contratado como instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia fica a 8% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 11% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 1.923,07 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 1.790 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

O que a faixa de R$ 1.630 a R$ 2.070 significa?

Metade das 1.038 contratações de instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia do período ficou entre R$ 1.630 e R$ 2.070. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.630 e um quarto, mais de R$ 2.070. A distância entre as duas pontas é de R$ 440 por mês, ou R$ 5.280 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,27 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 1.790, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia.

Onde instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 2 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia: R$ 2.025 em 279 contratações. A menor ficou em Rio Grande do Sul, com R$ 1.775 em 127 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 14%, ou R$ 250 por mês.

São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 14% vista aqui.

Dá para trabalhar como instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 0,0% das admissões de instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 882 das 975 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 90,5%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.849,67 com "Médio Incompleto" a R$ 1.935,15 com "Superior Incompleto". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia foi "Informação e Comunicação", com 621 admissões, ou 60,6% do total classificado. Somando os três primeiros — Informação e Comunicação, Construção, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 88,5% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Informação e Comunicação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 44 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

Por que instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 1.053 admissões e 1.160 desligamentos de instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia, um saldo de -107 postos formais. O saldo negativo equivale a 10,2% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 1.053 admissões não querem dizer que existam 1.053 pessoas trabalhando como instalador-reparador de equipamentos de comutação em telefonia no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

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Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.