Trabalho e Salários

Instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea): quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) no Brasil foi de R$ 2.250 por mês, e a média R$ 2.344,99. O cálculo usa 14.725 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7321-20.

Salário mediano

R$ 2.250

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.344,99

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 2.010–R$ 2.590

metade das contratações

Amostra

14.725

contratações no período

Como o salário de instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) se distribui

Distribuição do salário de admissão de instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea): metade das contratações entre R$ 2.010 e R$ 2.590, mediana de R$ 2.250A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 2.010) ao terceiro quartil (R$ 2.590). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.250. O ponto escuro é a média, de R$ 2.344,99. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2,3 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 14.725 admissões de instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,5 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 444. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 15.382 admissões e 14.260 desligamentos, saldo de +1.122 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 2.751 admissões e mediana de R$ 2.225.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea). Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no meio da tabela.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 4 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.225R$ 2.340,472.751
Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.425R$ 2.490,451.623
Minas gerais (MG)R$ 2.125R$ 2.179,051.411
Ceará (CE)R$ 2.225R$ 2.355,861.067
Bahia (BA)R$ 2.675R$ 2.705,80925
Goiás (GO)R$ 2.475R$ 2.308,72849
Pernambuco (PE)R$ 2.075R$ 2.157,99733
Mato Grosso (MT)R$ 2.375R$ 2.368,67718
Paraná (PR)R$ 2.475R$ 2.579,25674
Amazonas (AM)R$ 2.075R$ 2.160,68585
Amapá (AP)R$ 2.175R$ 2.232,31562
Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.175R$ 2.338,31459
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 1.825R$ 1.880,04436
Santa Catarina (SC)R$ 2.825R$ 2.854,32351
Pará (PA)R$ 2.225R$ 2.339,77255
Sergipe (SE)R$ 2.425R$ 2.220,39174
Maranhão (MA)R$ 2.475R$ 2.567,80162
Distrito Federal (DF)R$ 2.425R$ 2.370,95154
Paraíba (PB)R$ 1.825R$ 2.151,69138
Espírito Santo (ES)R$ 2.225R$ 2.323,05129
Tocantins (TO)R$ 1.925R$ 2.062,17111
Rio Grande do Norte (RN)R$ 1.825R$ 2.100,48111
Alagoas (AL)R$ 1.825R$ 1.941,73103
Rondônia (RO)—R$ 2.271,3592
Piauí (PI)—R$ 2.408,2865
Acre (AC)—R$ 2.052,3148
Roraima (RR)—R$ 1.972,0739
Mediana do salário de admissão de instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) por estado, de R$ 2.825 em Santa Catarina (SC) a R$ 2.225 em Pará (PA)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) no período, da maior para a menor.Santa Catarina (SC)R$ 2.825Bahia (BA)R$ 2.675Goiás (GO)R$ 2.475Paraná (PR)R$ 2.475Maranhão (MA)R$ 2.475Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.425Sergipe (SE)R$ 2.425Distrito Federal (DF)R$ 2.425Mato Grosso (MT)R$ 2.375São Paulo (SP)R$ 2.225Ceará (CE)R$ 2.225Pará (PA)R$ 2.225
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
AnalfabetoR$ 2.152,29420,3%
Até 5ª IncompletoR$ 2.408,501000,7%
5ª Completo FundamentalR$ 2.393,531250,8%
6ª a 9ª FundamentalR$ 2.351,662831,9%
Fundamental CompletoR$ 2.365,618285,6%
Médio IncompletoR$ 2.280,545393,7%
Médio CompletoR$ 2.345,1512.41884,4%
Superior IncompletoR$ 2.394,471370,9%
Superior CompletoR$ 2.340,352381,6%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 2.115,612.092
25 a 29 anosR$ 2.249,462.842
30 a 39 anosR$ 2.359,735.450
40 a 49 anosR$ 2.475,483.245
50 anos ou maisR$ 2.574,191.089

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.348,63 (14.406 admissões) e mulheres com R$ 2.180,35 (319 admissões), uma diferença de 7,7% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Construção: 8.975 contratações.
  • Eletricidade e Gás: 2.541 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 1.576 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 698 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 590 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 96 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
7321-20
Título oficial
Instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea)
Família ocupacional
7321 — Família ocupacional 7321

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea)

A CBO registra estes sinônimos para o código 7321-20. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Eletricista de alta-tensão
  • Eletricista de baixa-tensão
  • Eletricista de iluminação pública
  • Eletricista de linha de alta-tensão
  • Eletricista de linha de baixa-tensão
  • Eletricista de rede
  • Instalador de linhas subterrâneas (transmissão de energia elétrica)
  • Instalador-reparador de rede elétrica
  • Reparador de linhas elétricas

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea)?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.250 por mês e a média R$ 2.344,99. Metade das 14.725 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.010 e R$ 2.590. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea)?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7321-20, dentro da família ocupacional 7321 — Família ocupacional 7321.
Em qual estado instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 2.825 (351 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea)?
Entre as pessoas contratadas no período, 1,6% tinham ensino superior completo ou mais e 84,4% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea)

Quanto um instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 2.250 paga a quem é contratado como instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) fica 15% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 76% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.344,99 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.250 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

O que a faixa de R$ 2.010 a R$ 2.590 significa?

Metade das 14.725 contratações de instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) do período ficou entre R$ 2.010 e R$ 2.590. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.010 e um quarto, mais de R$ 2.590. A distância entre as duas pontas é de R$ 580 por mês, ou R$ 6.960 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,29 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.250, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea).

Em que estado vale mais a pena trabalhar como instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea)?

Entre os 23 estados com amostra suficiente, Santa Catarina pagou a maior mediana de admissão a instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea): R$ 2.825 em 351 contratações. A menor ficou em Alagoas, com R$ 1.825 em 103 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 55%, ou R$ 1.000 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 2.751 das 14.725 admissões de instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 55% vista aqui.

Dá para trabalhar como instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 1,6% das admissões de instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 12.418 das 14.710 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 84,4%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.152,29 com "Analfabeto" a R$ 2.408,50 com "Até 5ª Incompleto". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) foi "Construção", com 8.975 admissões, ou 62,0% do total classificado. Somando os três primeiros — Construção, Eletricidade e Gás, Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas — chega-se a 90,4% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Construção". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,5 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

O mercado de instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 15.382 admissões e 14.260 desligamentos de instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea), um saldo de +1.122 postos formais. O saldo positivo equivale a 7,3% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 7 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 15.382 admissões não querem dizer que existam 15.382 pessoas trabalhando como instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensão (rede aérea e subterrânea) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.