Trabalho e Salários

Gerente de produção e operações: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de gerente de produção e operações no Brasil foi de R$ 3.770 por mês, e a média R$ 6.342,39. O cálculo usa 9.352 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 1412-05.

Salário mediano

R$ 3.770

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 6.342,39

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 2.590–R$ 6.070

metade das contratações

Amostra

9.352

contratações no período

Como o salário de gerente de produção e operações se distribui

Distribuição do salário de admissão de gerente de produção e operações: metade das contratações entre R$ 2.590 e R$ 6.070, mediana de R$ 3.770A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 2.590) ao terceiro quartil (R$ 6.070). A linha grossa é a mediana, de R$ 3.770. O ponto escuro é a média, de R$ 6.342,39. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 2 milR$ 4 milR$ 6 milR$ 8 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 3,8 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 9.352 admissões de gerente de produção e operações em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,6 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 133. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 9.611 admissões e 13.904 desligamentos, saldo de -4.293 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 2.770 admissões e mediana de R$ 4.525.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como gerente de produção e operações. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de cima.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 6 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um gerente de produção e operações por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 4.525R$ 7.543,802.770
Minas gerais (MG)R$ 3.525R$ 6.407,541.183
Paraná (PR)R$ 3.725R$ 5.878,54752
Santa Catarina (SC)R$ 3.925R$ 5.441,18564
Rio de Janeiro (RJ)R$ 4.375R$ 8.344,85534
Goiás (GO)R$ 3.025R$ 5.100,57432
Rio Grande do Sul (RS)R$ 4.025R$ 6.842,05431
Ceará (CE)R$ 3.025R$ 4.505,43302
Bahia (BA)R$ 3.525R$ 6.212,35292
Mato Grosso (MT)R$ 3.525R$ 4.963,64289
Pernambuco (PE)R$ 3.025R$ 4.908,61261
Pará (PA)R$ 2.675R$ 4.952,09241
Espírito Santo (ES)R$ 3.525R$ 4.946,21218
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 3.425R$ 5.482,47143
Amazonas (AM)R$ 4.025R$ 7.595,26136
Distrito Federal (DF)R$ 2.625R$ 3.627,51127
Maranhão (MA)R$ 3.225R$ 5.661,07125
Rio Grande do Norte (RN)R$ 2.525R$ 3.866,72113
Paraíba (PB)—R$ 4.143,9292
Rondônia (RO)—R$ 4.888,2281
Tocantins (TO)—R$ 5.602,2162
Sergipe (SE)—R$ 5.894,1158
Piauí (PI)—R$ 4.036,0852
Alagoas (AL)—R$ 4.856,8937
Mediana do salário de admissão de gerente de produção e operações por estado, de R$ 4.525 em São Paulo (SP) a R$ 3.225 em Maranhão (MA)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de gerente de produção e operações no período, da maior para a menor.São Paulo (SP)R$ 4.525Rio de Janeiro (RJ)R$ 4.375Rio Grande do Sul (RS)R$ 4.025Amazonas (AM)R$ 4.025Santa Catarina (SC)R$ 3.925Paraná (PR)R$ 3.725Minas gerais (MG)R$ 3.525Bahia (BA)R$ 3.525Mato Grosso (MT)R$ 3.525Espírito Santo (ES)R$ 3.525Mato Grosso do Sul (MS)R$ 3.425Maranhão (MA)R$ 3.225
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como gerente de produção e operações no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Até 5ª IncompletoR$ 3.149,50540,6%
6ª a 9ª FundamentalR$ 3.330,651201,3%
Fundamental CompletoR$ 3.348,122793,0%
Médio IncompletoR$ 3.442,612863,1%
Médio CompletoR$ 3.714,065.04354,2%
Superior IncompletoR$ 4.604,113954,2%
Superior CompletoR$ 10.252,972.50526,9%
MestradoR$ 21.180,62790,8%
Pós-Graduação completaR$ 15.755,305435,8%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 2.835,01582
25 a 29 anosR$ 3.926,521.005
30 a 39 anosR$ 6.032,193.118
40 a 49 anosR$ 7.532,723.081
50 anos ou maisR$ 7.490,791.546

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 6.682,43 (7.139 admissões) e mulheres com R$ 5.245,47 (2.213 admissões), uma diferença de 27,4% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 3.915 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 1.639 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 1.074 contratações.
  • Alojamento e Alimentação: 570 contratações.
  • Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 370 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 321 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
1412-05
Título oficial
Gerente de produção e operações
Família ocupacional
1412 — Família ocupacional 1412

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para gerente de produção e operações

A CBO registra estes sinônimos para o código 1412-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Banguezeiro - empregador
  • Banguezista - empregador
  • Cervejeiro - empregador
  • Correeiro - empregador
  • Correiro - empregador
  • Corrieiro - empregador
  • Curtidor - empregador
  • Gerente de departamento de fabricação
  • Gerente de departamento industrial
  • Gerente de fábrica
  • Gerente de manufatura
  • Gerente de montagem

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um gerente de produção e operações?
Na contratação, a mediana foi de R$ 3.770 por mês e a média R$ 6.342,39. Metade das 9.352 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.590 e R$ 6.070. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de gerente de produção e operações?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 1412-05, dentro da família ocupacional 1412 — Família ocupacional 1412.
Em qual estado gerente de produção e operações ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Sergipe teve o maior salário de admissão: R$ 5.894 (58 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser gerente de produção e operações?
Entre as pessoas contratadas no período, 33,6% tinham ensino superior completo ou mais e 54,2% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de gerente de produção e operações

Quanto um gerente de produção e operações ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 3.770 paga a quem é contratado como gerente de produção e operações fica 93% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950 — uma distância grande. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 95% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 6.342,39 está 68% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de gerente de produção e operações bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.

Por que o salário de gerente de produção e operações varia tanto de um contrato para o outro?

Metade das 9.352 contratações de gerente de produção e operações do período ficou entre R$ 2.590 e R$ 6.070. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.590 e um quarto, mais de R$ 6.070. A distância entre as duas pontas é de R$ 3.480 por mês, ou R$ 41.760 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

O terceiro quartil é 2,3 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de gerente de produção e operações está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como gerente de produção e operações?

Entre os 18 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a gerente de produção e operações: R$ 4.525 em 2.770 contratações. A menor ficou em Rio Grande do Norte, com R$ 2.525 em 113 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 79%, ou R$ 2.000 por mês.

São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou gerente de produção e operações no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 79% vista aqui.

Que escolaridade o mercado exige de um gerente de produção e operações?

O mercado de gerente de produção e operações é misto: 33,6% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Médio Completo" (5.043 de 9.304 contratações classificadas).

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Mestrado" recebeu em média R$ 21.180,62, contra R$ 3.149,50 de quem entrou com "Até 5ª Incompleto" — 573% de diferença. A CBO em si não exige diploma para gerente de produção e operações; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Em que setores um gerente de produção e operações encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou gerente de produção e operações foi "Indústrias de Transformação", com 3.915 admissões, ou 49,6% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 84,0% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como gerente de produção e operações: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,6 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

Por que gerente de produção e operações fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 9.611 admissões e 13.904 desligamentos de gerente de produção e operações, um saldo de -4.293 postos formais. O saldo negativo equivale a 44,7% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 9.611 admissões não querem dizer que existam 9.611 pessoas trabalhando como gerente de produção e operações no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

Ver no glossário completo

Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.