Trabalho e Salários

Emissor de passagens: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de emissor de passagens no Brasil foi de R$ 1.810 por mês, e a média R$ 2.031,36. O cálculo usa 1.148 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 4211-20.

Salário mediano

R$ 1.810

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.031,36

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.630–R$ 2.190

metade das contratações

Amostra

1.148

contratações no período

Como o salário de emissor de passagens se distribui

Distribuição do salário de admissão de emissor de passagens: metade das contratações entre R$ 1.630 e R$ 2.190, mediana de R$ 1.810A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.630) ao terceiro quartil (R$ 2.190). A linha grossa é a mediana, de R$ 1.810. O ponto escuro é a média, de R$ 2.031,36. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 1,8 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 1.148 admissões de emissor de passagens em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,1 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 790. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 1.168 admissões e 1.302 desligamentos, saldo de -134 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 322 admissões e mediana de R$ 2.275.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como emissor de passagens. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de baixo.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 10 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um emissor de passagens por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.275R$ 2.449,00322
Minas gerais (MG)R$ 1.625R$ 1.768,31156
Paraná (PR)R$ 2.175R$ 2.213,52110
Bahia (BA)—R$ 1.743,2761
Rio Grande do Sul (RS)—R$ 2.057,7949
Rio de Janeiro (RJ)—R$ 2.004,1446
Santa Catarina (SC)—R$ 1.983,6542
Mato Grosso (MT)—R$ 1.722,3840
Goiás (GO)—R$ 1.627,8837
Pará (PA)—R$ 1.673,8036
Distrito Federal (DF)—R$ 2.190,3435
Rondônia (RO)—R$ 1.664,4533
Mato Grosso do Sul (MS)—R$ 1.738,5430
Mediana do salário de admissão de emissor de passagens por estado, de R$ 2.275 em São Paulo (SP) a R$ 1.625 em Minas gerais (MG)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de emissor de passagens no período, da maior para a menor.São Paulo (SP)R$ 2.275Paraná (PR)R$ 2.175Minas gerais (MG)R$ 1.625
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como emissor de passagens no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Fundamental CompletoR$ 1.885,14554,9%
Médio IncompletoR$ 1.825,55494,3%
Médio CompletoR$ 1.976,3487577,5%
Superior IncompletoR$ 2.210,20615,4%
Superior CompletoR$ 2.611,48897,9%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 1.885,06368
25 a 29 anosR$ 1.928,36209
30 a 39 anosR$ 2.040,37309
40 a 49 anosR$ 2.419,23155
50 anos ou maisR$ 2.258,2788

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.021,00 (593 admissões) e mulheres com R$ 2.042,42 (555 admissões), uma diferença de 1,0% a favor das mulheres.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 607 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 501 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 16 contratações.
  • Alojamento e Alimentação: 9 contratações.
  • Atividades Imobiliárias: 6 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 6 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
4211-20
Título oficial
Emissor de passagens
Família ocupacional
4211 — Caixas e Bilheteiros (exceto Caixa de Banco)

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para emissor de passagens

A CBO registra estes sinônimos para o código 4211-20. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Agente de passagens
  • Agente de passagens aéreas
  • Agente de reserva de passagens aéreas
  • Agente de reserva de passagens rodoviárias
  • Agente de venda de passagens
  • Bilheteiro de agência
  • Emissor de passagens aéreas
  • Emissor de passagens no transporte rodoviário

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um emissor de passagens?
Na contratação, a mediana foi de R$ 1.810 por mês e a média R$ 2.031,36. Metade das 1.148 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.630 e R$ 2.190. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de emissor de passagens?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 4211-20, dentro da família ocupacional 4211 — Caixas e Bilheteiros (exceto Caixa de Banco).
Em qual estado emissor de passagens ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 2.275 (322 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser emissor de passagens?
Entre as pessoas contratadas no período, 7,9% tinham ensino superior completo ou mais e 77,5% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de emissor de passagens

O salário de emissor de passagens está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 1.810 paga a quem é contratado como emissor de passagens fica a 7% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 17% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.031,36 está 12% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de emissor de passagens bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.

O que a faixa de R$ 1.630 a R$ 2.190 significa?

Metade das 1.148 contratações de emissor de passagens do período ficou entre R$ 1.630 e R$ 2.190. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.630 e um quarto, mais de R$ 2.190. A distância entre as duas pontas é de R$ 560 por mês, ou R$ 6.720 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,34 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 1.810, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um emissor de passagens.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como emissor de passagens?

Entre os 3 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a emissor de passagens: R$ 2.275 em 322 contratações. A menor ficou em Minas gerais, com R$ 1.625 em 156 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 40%, ou R$ 650 por mês.

São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou emissor de passagens no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 40% vista aqui.

Dá para trabalhar como emissor de passagens sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 7,9% das admissões de emissor de passagens foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 875 das 1.129 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 77,5%.

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Superior Completo" recebeu em média R$ 2.611,48, contra R$ 1.825,55 de quem entrou com "Médio Incompleto" — 43% de diferença. A CBO em si não exige diploma para emissor de passagens; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Em que setores um emissor de passagens encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou emissor de passagens foi "Atividades Administrativas e Serviços Complementares", com 607 admissões, ou 53,0% do total classificado. Somando os três primeiros — Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Transporte, Armazenagem e Correio, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 98,2% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como emissor de passagens: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,1 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

Por que emissor de passagens fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 1.168 admissões e 1.302 desligamentos de emissor de passagens, um saldo de -134 postos formais. O saldo negativo equivale a 11,5% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 1.168 admissões não querem dizer que existam 1.168 pessoas trabalhando como emissor de passagens no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

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Jornada contratada

As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.

Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.