Trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) no Brasil foi de R$ 2.070 por mês, e a média R$ 2.482,79. O cálculo usa 550 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 6430-05.
Salário mediano
R$ 2.070
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.482,79
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.730–R$ 2.530
metade das contratações
Amostra
550
contratações no período
Como o salário de trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,5 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 564. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 555 admissões e 558 desligamentos, saldo de -3 vagas formais.
- Estado que mais contratou: Minas gerais, com 123 admissões e mediana de R$ 2.275.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| Minas gerais (MG) | R$ 2.275 | R$ 2.865,66 | 123 |
| Bahia (BA) | R$ 1.825 | R$ 2.081,15 | 101 |
| Espírito Santo (ES) | R$ 2.225 | R$ 2.470,08 | 101 |
| Pernambuco (PE) | — | R$ 1.802,70 | 68 |
| São Paulo (SP) | — | R$ 3.380,51 | 67 |
| Rio Grande do Norte (RN) | — | R$ 2.006,96 | 46 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Até 5ª Incompleto | R$ 2.338,45 | 37 | 7,3% |
| 5ª Completo Fundamental | R$ 2.165,51 | 34 | 6,7% |
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.364,63 | 56 | 11,0% |
| Fundamental Completo | R$ 2.448,83 | 53 | 10,4% |
| Médio Incompleto | R$ 2.144,50 | 35 | 6,9% |
| Médio Completo | R$ 2.458,32 | 295 | 57,8% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 2.108,11 | 125 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.687,69 | 124 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.392,67 | 158 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.649,64 | 96 |
| 50 anos ou mais | R$ 2.942,27 | 44 |
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 312 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 136 contratações.
- Indústrias de Transformação: 44 contratações.
- Construção: 37 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 9 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 8 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 6430-05
- Título oficial
- Trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento)
- Família ocupacional
- 6430 — Trabalhadores da Irrigação e Drenagem
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.070 por mês e a média R$ 2.482,79. Metade das 550 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.730 e R$ 2.530. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 6430-05, dentro da família ocupacional 6430 — Trabalhadores da Irrigação e Drenagem.
- Em qual estado trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 3.381 (67 contratações no período).
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
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- Trabalhador volante da agricultura · R$ 1.810
- Tratorista agrícola · R$ 2.370
- Trabalhador no cultivo de árvores frutíferas · R$ 1.850
- Operador de máquinas de beneficiamento de produtos agrícolas · R$ 2.510
- Trabalhador da pecuaria (bovinos corte) · R$ 2.130
- Jardineiro · R$ 1.850
- Trabalhador da cultura de cana-de-açúcar · R$ 1.650
Entendendo o salário de trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento)
O salário de trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) está na média do mercado formal?
A mediana de R$ 2.070 paga a quem é contratado como trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) fica a 6% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 66% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.482,79 está 20% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.
O que a faixa de R$ 1.730 a R$ 2.530 significa?
Metade das 550 contratações de trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) do período ficou entre R$ 1.730 e R$ 2.530. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.730 e um quarto, mais de R$ 2.530. A distância entre as duas pontas é de R$ 800 por mês, ou R$ 9.600 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,46 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.070, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento).
Onde trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) ganha mais e onde ganha menos no Brasil?
Entre os 3 estados com amostra suficiente, Minas gerais pagou a maior mediana de admissão a trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento): R$ 2.275 em 123 contratações. A menor ficou em Bahia, com R$ 1.825 em 101 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 25%, ou R$ 450 por mês.
Minas gerais lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 25% vista aqui.
Dá para trabalhar como trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 0,0% das admissões de trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 295 das 510 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 57,8%.
A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.144,50 com "Médio Incompleto" a R$ 2.458,32 com "Médio Completo". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.
Em que setores um trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) foi "Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura", com 312 admissões, ou 57,1% do total classificado. Somando os três primeiros — Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Indústrias de Transformação — chega-se a 90,1% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento): a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,5 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
Por que trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 555 admissões e 558 desligamentos de trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento), um saldo de -3 postos formais. O saldo negativo equivale a 0,5% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 555 admissões não querem dizer que existam 555 pessoas trabalhando como trabalhador na operação de sistema de irrigação localizada (microaspersão e gotejamento) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Média
A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.