Pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) no Brasil foi de R$ 10.390 por mês, e a média R$ 11.296,82. O cálculo usa 901 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 2032-10.
Salário mediano
R$ 10.390
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 11.296,82
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 6.910–R$ 14.570
metade das contratações
Amostra
901
contratações no período
Como o salário de pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 42 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 20. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 919 admissões e 826 desligamentos, saldo de +93 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 321 admissões e mediana de R$ 11.475.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 11.475 | R$ 12.491,58 | 321 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 9.775 | R$ 8.761,35 | 184 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 14.975 | R$ 15.396,47 | 115 |
| Minas gerais (MG) | — | R$ 10.622,74 | 71 |
| Rio Grande do Sul (RS) | — | R$ 8.914,52 | 54 |
| Amazonas (AM) | — | R$ 8.575,95 | 33 |
| Paraná (PR) | — | R$ 8.246,39 | 32 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Médio Completo | R$ 8.185,43 | 34 | 3,8% |
| Superior Incompleto | R$ 6.986,37 | 103 | 11,4% |
| Superior Completo | R$ 10.837,55 | 469 | 52,1% |
| Mestrado | R$ 13.446,57 | 93 | 10,3% |
| Doutorado | R$ 14.358,73 | 71 | 7,9% |
| Pós-Graduação completa | R$ 13.955,65 | 130 | 14,4% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 7.298,11 | 137 |
| 25 a 29 anos | R$ 8.459,06 | 210 |
| 30 a 39 anos | R$ 12.472,45 | 336 |
| 40 a 49 anos | R$ 14.740,95 | 161 |
| 50 anos ou mais | R$ 15.274,58 | 53 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 11.599,31 (644 admissões) e mulheres com R$ 10.538,81 (257 admissões), uma diferença de 10,1% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 240 contratações.
- Indústrias de Transformação: 180 contratações.
- Informação e Comunicação: 153 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 117 contratações.
- Educação: 75 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 43 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 2032-10
- Título oficial
- Pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia)
- Família ocupacional
- 2032 — Pesquisadores de Engenharia e Tecnologia
- Grande grupo
- Profissionais das ciências e das artes
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia)
A CBO registra estes sinônimos para o código 2032-10. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Engenheiro pesquisador (outras áreas da engenharia)
- Especialista em engenharia e tecnologia (outras áreas)
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 10.390 por mês e a média R$ 11.296,82. Metade das 901 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 6.910 e R$ 14.570. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 2032-10, dentro da família ocupacional 2032 — Pesquisadores de Engenharia e Tecnologia.
- Em qual estado pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Rio de Janeiro teve o maior salário de admissão: R$ 14.975 (115 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia)?
- Entre as pessoas contratadas no período, 84,8% tinham ensino superior completo ou mais e 3,8% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Pesquisador de engenharia mecânica · R$ 9.610
- Pesquisador de engenharia civil · R$ 10.010
- Pesquisador de engenharia elétrica e eletrônica · R$ 7.750
- Pesquisador de engenharia metalúrgica, de minas e de materiais · R$ 7.010
- Pesquisador de engenharia química · R$ 10.010
- Enfermeiro · R$ 4.150
- Administrador · R$ 4.010
- Analista de desenvolvimento de sistemas · R$ 7.510
- Analista de recursos humanos · R$ 3.810
- Farmacêutico · R$ 4.730
- Contador · R$ 4.510
- Secretária(o) executiva(o) · R$ 1.970
Entendendo o salário de pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia)
Quanto um pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 10.390 paga a quem é contratado como pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) é mais do que o dobro da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 100% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 11.296,82 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 10.390 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
Por que o salário de pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) varia tanto de um contrato para o outro?
Metade das 901 contratações de pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) do período ficou entre R$ 6.910 e R$ 14.570. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 6.910 e um quarto, mais de R$ 14.570. A distância entre as duas pontas é de R$ 7.660 por mês, ou R$ 91.920 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
O terceiro quartil é 2,1 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.
Em que estado vale mais a pena trabalhar como pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia)?
Entre os 3 estados com amostra suficiente, Rio de Janeiro pagou a maior mediana de admissão a pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia): R$ 14.975 em 115 contratações. A menor ficou em Santa Catarina, com R$ 9.775 em 184 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 53%, ou R$ 5.200 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 321 das 901 admissões de pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 53% vista aqui.
Precisa de diploma de nível superior para ser pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia)?
A contratação de pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) é dominada por quem tem diploma: 84,8% das admissões do período foram de pessoas com ensino superior completo ou mais. A escolaridade mais frequente foi "Superior Completo", com 469 das 900 contratações classificadas.
A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Doutorado" recebeu em média R$ 14.358,73, contra R$ 6.986,37 de quem entrou com "Superior Incompleto" — 106% de diferença. A CBO em si não exige diploma para pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia); o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.
Em que setores um pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) foi "Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas", com 240 admissões, ou 29,7% do total classificado. Somando os três primeiros — Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas, Indústrias de Transformação, Informação e Comunicação — chega-se a 70,9% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia): a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 42 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.
O mercado de pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) está abrindo vagas?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 919 admissões e 826 desligamentos de pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia), um saldo de +93 postos formais. O saldo positivo equivale a 10,1% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 10 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 919 admissões não querem dizer que existam 919 pessoas trabalhando como pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Média
A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
Jornada contratada
As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.
Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.