Engenheiro químico (petróleo e borracha): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de engenheiro químico (petróleo e borracha) no Brasil foi de R$ 14.150 por mês, e a média R$ 15.574,55. O cálculo usa 71 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 2145-25.
Salário mediano
R$ 14.150
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 15.574,55
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 12.870–R$ 18.010
metade das contratações
Amostra
71
contratações no período
Como o salário de engenheiro químico (petróleo e borracha) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 41,8 horas semanais.
- Movimentação no período: 71 admissões e 94 desligamentos, saldo de -23 vagas formais.
- Estado que mais contratou: Rio de Janeiro, com 46 admissões.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 23 contratações.
- Indústrias Extrativas: 20 contratações.
- Indústrias de Transformação: 8 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 8 contratações.
- Informação e Comunicação: 7 contratações.
- Construção: 2 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 2145-25
- Título oficial
- Engenheiro químico (petróleo e borracha)
- Família ocupacional
- 2145 — Engenheiros Químicos e Afins
- Grande grupo
- Profissionais das ciências e das artes
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para engenheiro químico (petróleo e borracha)
A CBO registra estes sinônimos para o código 2145-25. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Engenheiro químico (borracha)
- Engenheiro químico (derivados de petróleo)
- Engenheiro químico (petróleo e petroquímica)
- Engenheiro químico (plástico)
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um engenheiro químico (petróleo e borracha)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 14.150 por mês e a média R$ 15.574,55. Metade das 71 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 12.870 e R$ 18.010. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de engenheiro químico (petróleo e borracha)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 2145-25, dentro da família ocupacional 2145 — Engenheiros Químicos e Afins.
- Em qual estado engenheiro químico (petróleo e borracha) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Rio de Janeiro teve o maior salário de admissão: R$ 16.056 (46 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser engenheiro químico (petróleo e borracha)?
- Entre as pessoas contratadas no período, 100,0% tinham ensino superior completo ou mais e — tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Engenheiro químico · R$ 12.510
- Engenheiro químico (indústria química) · R$ 8.010
- Enfermeiro · R$ 4.150
- Administrador · R$ 4.010
- Analista de desenvolvimento de sistemas · R$ 7.510
- Analista de recursos humanos · R$ 3.810
- Farmacêutico · R$ 4.730
- Contador · R$ 4.510
- Secretária(o) executiva(o) · R$ 1.970
- Analista de suporte computacional · R$ 3.010
- Analista financeiro (instituições financeiras) · R$ 4.010
- Operador de negócios · R$ 1.990
Entendendo o salário de engenheiro químico (petróleo e borracha)
Quanto um engenheiro químico (petróleo e borracha) ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 14.150 paga a quem é contratado como engenheiro químico (petróleo e borracha) é mais do que o dobro da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 100% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 15.574,55 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 14.150 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
O que a faixa de R$ 12.870 a R$ 18.010 significa?
Metade das 71 contratações de engenheiro químico (petróleo e borracha) do período ficou entre R$ 12.870 e R$ 18.010. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 12.870 e um quarto, mais de R$ 18.010. A distância entre as duas pontas é de R$ 5.140 por mês, ou R$ 61.680 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,4 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 14.150, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um engenheiro químico (petróleo e borracha).
Em que setores um engenheiro químico (petróleo e borracha) encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou engenheiro químico (petróleo e borracha) foi "Atividades Administrativas e Serviços Complementares", com 23 admissões, ou 33,8% do total classificado. Somando os três primeiros — Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Indústrias Extrativas, Indústrias de Transformação — chega-se a 75,0% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como engenheiro químico (petróleo e borracha): a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 41,8 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.
Por que engenheiro químico (petróleo e borracha) fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 71 admissões e 94 desligamentos de engenheiro químico (petróleo e borracha), um saldo de -23 postos formais. O saldo negativo equivale a 32,4% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 71 admissões não querem dizer que existam 71 pessoas trabalhando como engenheiro químico (petróleo e borracha) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Média
A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
Amostra
Quantas contratações entraram na conta. Com poucas contratações, qualquer média é instável: dois contratos atípicos mudam o resultado. Por isso só publicamos valores quando o recorte tem pelo menos 30 admissões.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.