Trabalho e Salários

Analista de RH: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de analista de rh no Brasil foi de R$ 3.810 por mês, e a média R$ 4.487,65. O cálculo usa 30.314 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). Na CBO a profissão não tem um código único: ela se divide em 1 ocupações, somadas aqui.

Salário mediano

R$ 3.810

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 4.487,65

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 3.010–R$ 5.010

metade das contratações

Amostra

30.314

contratações no período

Como o salário de analista de rh se distribui

Distribuição do salário de admissão de analista de rh: metade das contratações entre R$ 3.010 e R$ 5.010, mediana de R$ 3.810A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 3.010) ao terceiro quartil (R$ 5.010). A linha grossa é a mediana, de R$ 3.810. O ponto escuro é a média, de R$ 4.487,65. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 2 milR$ 4 milR$ 6 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 3,8 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 30.314 admissões de analista de rh em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,1 horas semanais.
  • Movimentação no período: 30.627 admissões e 31.442 desligamentos, saldo de -815 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 13.961 admissões e mediana de R$ 4.025.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como analista de rh. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 4 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um analista de rh por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 4.025R$ 4.957,6013.961
Minas gerais (MG)R$ 3.675R$ 4.233,362.559
Paraná (PR)R$ 3.625R$ 4.068,342.261
Santa Catarina (SC)R$ 4.025R$ 4.297,621.896
Rio de Janeiro (RJ)R$ 3.725R$ 4.542,041.772
Rio Grande do Sul (RS)R$ 3.775R$ 4.234,001.335
Goiás (GO)R$ 3.325R$ 3.592,27787
Distrito Federal (DF)R$ 4.725R$ 5.789,89734
Ceará (CE)R$ 3.225R$ 3.511,87715
Bahia (BA)R$ 3.325R$ 3.653,31687
Pernambuco (PE)R$ 3.025R$ 3.362,33547
Espírito Santo (ES)R$ 3.625R$ 3.954,19495
Mato Grosso (MT)R$ 3.525R$ 3.979,29483
Amazonas (AM)R$ 3.525R$ 3.933,51432
Pará (PA)R$ 3.175R$ 3.594,73307
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 3.525R$ 3.840,13239
Maranhão (MA)R$ 3.025R$ 3.103,43188
Paraíba (PB)R$ 2.725R$ 2.939,95165
Rio Grande do Norte (RN)R$ 2.825R$ 3.013,64143
Alagoas (AL)R$ 2.925R$ 3.028,94138
Piauí (PI)R$ 2.975R$ 3.028,56109
Sergipe (SE)—R$ 3.105,4399
Rondônia (RO)—R$ 3.229,2788
Tocantins (TO)—R$ 3.445,3776
Amapá (AP)—R$ 3.034,9652
Mediana do salário de admissão de analista de rh por estado, de R$ 4.725 em Distrito Federal (DF) a R$ 3.325 em Goiás (GO)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de analista de rh no período, da maior para a menor.Distrito Federal (DF)R$ 4.725São Paulo (SP)R$ 4.025Santa Catarina (SC)R$ 4.025Rio Grande do Sul (RS)R$ 3.775Rio de Janeiro (RJ)R$ 3.725Minas gerais (MG)R$ 3.675Paraná (PR)R$ 3.625Espírito Santo (ES)R$ 3.625Mato Grosso (MT)R$ 3.525Amazonas (AM)R$ 3.525Mato Grosso do Sul (MS)R$ 3.525Goiás (GO)R$ 3.325
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como analista de rh no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
AnalfabetoR$ 3.869,43320,1%
Fundamental CompletoR$ 3.739,89640,2%
Médio IncompletoR$ 3.003,151090,4%
Médio CompletoR$ 3.283,885.39917,8%
Superior IncompletoR$ 3.460,443.51211,6%
Superior CompletoR$ 4.705,6116.81655,5%
MestradoR$ 8.181,791350,4%
DoutoradoR$ 7.017,16380,1%
Pós-Graduação completaR$ 5.943,704.18813,8%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 3.338,404.546
25 a 29 anosR$ 4.267,767.449
30 a 39 anosR$ 4.856,5211.394
40 a 49 anosR$ 4.936,515.658
50 anos ou maisR$ 4.624,631.233

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 4.992,57 (5.402 admissões) e mulheres com R$ 4.378,16 (24.912 admissões), uma diferença de 14,0% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 7.234 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 4.570 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 4.377 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 2.798 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 1.917 contratações.
  • Informação e Comunicação: 1.689 contratações.

Como a CBO classifica essa profissão

Profissão
Analista de RH
Ocupações da CBO somadas
1

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Ocupações da CBO somadas nesta página

Cada uma tem página própria, com o salário calculado só para aquele código.

OcupaçãoCBOMedianaContratações
Analista de recursos humanos2524-05R$ 3.81030.314

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um analista de rh?
Na contratação, a mediana foi de R$ 3.810 por mês e a média R$ 4.487,65. Metade das 30.314 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 3.010 e R$ 5.010. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de analista de rh?
A CBO não tem um código único para analista de rh: a profissão se divide em 1 ocupações. As mais usadas são 2524-05 (Analista de recursos humanos).
Em qual estado analista de rh ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Distrito Federal teve o maior salário de admissão: R$ 4.725 (734 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser analista de rh?
Entre as pessoas contratadas no período, 69,9% tinham ensino superior completo ou mais e 17,8% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de analista de rh

Quanto um analista de rh ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 3.810 paga a quem é contratado como analista de rh fica 95% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950 — uma distância grande. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 95% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 4.487,65 está 18% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de analista de rh bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.

Por que o salário de analista de rh varia tanto de um contrato para o outro?

Metade das 30.314 contratações de analista de rh do período ficou entre R$ 3.010 e R$ 5.010. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 3.010 e um quarto, mais de R$ 5.010. A distância entre as duas pontas é de R$ 2.000 por mês, ou R$ 24.000 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

O terceiro quartil é 1,7 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de analista de rh está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como analista de rh?

Entre os 21 estados com amostra suficiente, Distrito Federal pagou a maior mediana de admissão a analista de rh: R$ 4.725 em 734 contratações. A menor ficou em Paraíba, com R$ 2.725 em 165 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 73%, ou R$ 2.000 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 13.961 das 30.314 admissões de analista de rh no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 73% vista aqui.

Que escolaridade o mercado exige de um analista de rh?

O mercado de analista de rh é misto: 69,9% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Superior Completo" (16.816 de 30.293 contratações classificadas).

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Mestrado" recebeu em média R$ 8.181,79, contra R$ 3.003,15 de quem entrou com "Médio Incompleto" — 172% de diferença. A CBO em si não exige diploma para analista de rh; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Em que setores um analista de rh encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou analista de rh foi "Atividades Administrativas e Serviços Complementares", com 7.234 admissões, ou 32,0% do total classificado. Somando os três primeiros — Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 71,6% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como analista de rh: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,1 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

Por que analista de rh fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 30.627 admissões e 31.442 desligamentos de analista de rh, um saldo de -815 postos formais. O saldo negativo equivale a 2,7% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 30.627 admissões não querem dizer que existam 30.627 pessoas trabalhando como analista de rh no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Grande grupo

O primeiro nível da CBO, indicado pelo primeiro dígito do código: dez agrupamentos que vão dos membros das forças armadas aos trabalhadores de manutenção e reparação. É o recorte mais largo da classificação.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.