Trabalho e Salários

Analista de redes e de comunicação de dados: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de analista de redes e de comunicação de dados no Brasil foi de R$ 4.250 por mês, e a média R$ 5.744,24. O cálculo usa 6.505 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 2124-10.

Salário mediano

R$ 4.250

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 5.744,24

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 2.810–R$ 7.090

metade das contratações

Amostra

6.505

contratações no período

Como o salário de analista de redes e de comunicação de dados se distribui

Distribuição do salário de admissão de analista de redes e de comunicação de dados: metade das contratações entre R$ 2.810 e R$ 7.090, mediana de R$ 4.250A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 2.810) ao terceiro quartil (R$ 7.090). A linha grossa é a mediana, de R$ 4.250. O ponto escuro é a média, de R$ 5.744,24. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 2 milR$ 4 milR$ 6 milR$ 8 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 4,3 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 6.505 admissões de analista de redes e de comunicação de dados em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 42,1 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 88. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 6.560 admissões e 7.236 desligamentos, saldo de -676 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 3.127 admissões e mediana de R$ 5.025.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como analista de redes e de comunicação de dados. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica entre as 10% que mais pagam.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 8 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um analista de redes e de comunicação de dados por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 5.025R$ 6.909,183.127
Minas gerais (MG)R$ 4.025R$ 5.222,97575
Rio de Janeiro (RJ)R$ 4.425R$ 5.324,35463
Paraná (PR)R$ 3.525R$ 4.222,75408
Santa Catarina (SC)R$ 4.025R$ 4.971,36315
Rio Grande do Sul (RS)R$ 4.025R$ 5.138,12260
Distrito Federal (DF)R$ 5.525R$ 5.967,47220
Ceará (CE)R$ 2.475R$ 3.411,93207
Pernambuco (PE)R$ 3.075R$ 4.336,61133
Goiás (GO)R$ 3.425R$ 4.100,63129
Espírito Santo (ES)R$ 4.525R$ 4.904,97106
Bahia (BA)—R$ 4.168,9587
Mato Grosso (MT)—R$ 3.904,4882
Pará (PA)—R$ 4.383,8968
Maranhão (MA)—R$ 2.722,6250
Amazonas (AM)—R$ 4.384,4938
Paraíba (PB)—R$ 2.410,9538
Mato Grosso do Sul (MS)—R$ 3.513,7735
Rondônia (RO)—R$ 2.789,9730
Mediana do salário de admissão de analista de redes e de comunicação de dados por estado, de R$ 5.525 em Distrito Federal (DF) a R$ 2.475 em Ceará (CE)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de analista de redes e de comunicação de dados no período, da maior para a menor.Distrito Federal (DF)R$ 5.525São Paulo (SP)R$ 5.025Espírito Santo (ES)R$ 4.525Rio de Janeiro (RJ)R$ 4.425Minas gerais (MG)R$ 4.025Santa Catarina (SC)R$ 4.025Rio Grande do Sul (RS)R$ 4.025Paraná (PR)R$ 3.525Goiás (GO)R$ 3.425Pernambuco (PE)R$ 3.075Ceará (CE)R$ 2.475
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como analista de redes e de comunicação de dados no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Médio IncompletoR$ 2.762,28350,5%
Médio CompletoR$ 3.501,241.52823,7%
Superior IncompletoR$ 4.323,461.18318,3%
Superior CompletoR$ 6.670,713.03046,9%
MestradoR$ 13.676,36600,9%
Pós-Graduação completaR$ 8.658,156249,7%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 3.702,211.687
25 a 29 anosR$ 5.374,881.670
30 a 39 anosR$ 6.860,321.990
40 a 49 anosR$ 7.444,55897
50 anos ou maisR$ 7.439,64232

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 5.963,12 (5.012 admissões) e mulheres com R$ 5.009,46 (1.493 admissões), uma diferença de 19,0% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Informação e Comunicação: 2.734 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 827 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 626 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 606 contratações.
  • Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados: 503 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 289 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
2124-10
Título oficial
Analista de redes e de comunicação de dados
Família ocupacional
2124 — Analistas de Tecnologia da Informação

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para analista de redes e de comunicação de dados

A CBO registra estes sinônimos para o código 2124-10. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Analista de comunicação (teleprocessamento)
  • Analista de rede
  • Analista de telecomunicação

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um analista de redes e de comunicação de dados?
Na contratação, a mediana foi de R$ 4.250 por mês e a média R$ 5.744,24. Metade das 6.505 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.810 e R$ 7.090. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de analista de redes e de comunicação de dados?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 2124-10, dentro da família ocupacional 2124 — Analistas de Tecnologia da Informação.
Em qual estado analista de redes e de comunicação de dados ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Distrito Federal teve o maior salário de admissão: R$ 5.525 (220 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser analista de redes e de comunicação de dados?
Entre as pessoas contratadas no período, 57,5% tinham ensino superior completo ou mais e 23,7% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de analista de redes e de comunicação de dados

Quanto um analista de redes e de comunicação de dados ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 4.250 paga a quem é contratado como analista de redes e de comunicação de dados é mais do que o dobro da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 98% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 5.744,24 está 35% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de analista de redes e de comunicação de dados bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.

Por que o salário de analista de redes e de comunicação de dados varia tanto de um contrato para o outro?

Metade das 6.505 contratações de analista de redes e de comunicação de dados do período ficou entre R$ 2.810 e R$ 7.090. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.810 e um quarto, mais de R$ 7.090. A distância entre as duas pontas é de R$ 4.280 por mês, ou R$ 51.360 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

O terceiro quartil é 2,5 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de analista de redes e de comunicação de dados está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como analista de redes e de comunicação de dados?

Entre os 11 estados com amostra suficiente, Distrito Federal pagou a maior mediana de admissão a analista de redes e de comunicação de dados: R$ 5.525 em 220 contratações. A menor ficou em Ceará, com R$ 2.475 em 207 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 123%, ou R$ 3.050 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 3.127 das 6.505 admissões de analista de redes e de comunicação de dados no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 123% vista aqui.

Que escolaridade o mercado exige de um analista de redes e de comunicação de dados?

O mercado de analista de redes e de comunicação de dados é misto: 57,5% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Superior Completo" (3.030 de 6.460 contratações classificadas).

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Mestrado" recebeu em média R$ 13.676,36, contra R$ 2.762,28 de quem entrou com "Médio Incompleto" — 395% de diferença. A CBO em si não exige diploma para analista de redes e de comunicação de dados; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Em que setores um analista de redes e de comunicação de dados encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou analista de redes e de comunicação de dados foi "Informação e Comunicação", com 2.734 admissões, ou 49,0% do total classificado. Somando os três primeiros — Informação e Comunicação, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 75,0% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como analista de redes e de comunicação de dados: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 42,1 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

Por que analista de redes e de comunicação de dados fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 6.560 admissões e 7.236 desligamentos de analista de redes e de comunicação de dados, um saldo de -676 postos formais. O saldo negativo equivale a 10,3% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 6.560 admissões não querem dizer que existam 6.560 pessoas trabalhando como analista de redes e de comunicação de dados no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

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Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

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Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.